Petrobras indica atraso de 1 ano na entrada das três plantas dedicadas à produção de SAF
A Petrobras deve atrasar em um ano a entrada em operação de três plantas voltadas à produção de combustível sustentável de aviação (SAF). Segundo o diretor William França, a unidade da Refinaria Presidente Bernardes (SP) foi adiada para 2030, enquanto as do Complexo Boaventura (RJ) e da Replan (SP) ficaram para a partir de 2031. A mudança reflete o cronograma do novo plano de negócios da estatal focado na transição energética, previsto para ser divulgado no final deste ano.
A Petrobras deve atrasar em um ano a entrada em operação das três plantas dedicadas à produção de combustível sustentável de aviação (SAF) previstas em seu plano de negócios, indicou uma apresentação do diretor de Processos Industriais e Produtos da companhia, William França, nesta quinta-feira.
Em apresentação durante o congresso de óleo e gás ROG.e, o executivo mostrou que sua primeira unidade dedicada a ser construída na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), com 16 mil barris por dia de capacidade, deve entrar em operação em 2030, e não mais em 2029 conforme o previsto anteriormente.
Já as unidades no Complexo Boaventura, no Estado do Rio de Janeiro, com 19 mil barris por dia, e na Replan, em Paulínia (RJ), com 10 mil barris por dia, agora estão previstas para a partir de 2031, e não mais a partir de 2030.
A companhia está na reta final para apresentar o seu novo plano de negócios no fim do ano, que apresentará um cenário mais atualizado para o período de 2027 a 2031. França afirmou que o plano terá um foco importante na transição energética.
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