Petrobras anuncia descoberta de nova área com petróleo na costa do Amapá
Estatal afirma que descoberta amplia o conhecimento sobre o potencial exploratório na Bacia da Foz do Amazonas e deve fornecer informações adicionais para a avaliação dos sistemas petrolíferos e do potencial de recursos da região
A Petrobras confirmou uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas na Bacia da Foz do Amazonas, na costa do Amapá. A identificação ocorreu no poço Morpho durante a continuidade da perfuração em intervalos mais profundos, após um primeiro achado em agosto. Segundo a estatal, os novos dados laboratoriais e de fluidos ampliarão o conhecimento sobre a área, alinhando-se à estratégia de longo prazo da companhia para recompor suas reservas através da exploração de novas fronteiras.
A Petrobras informou que identificou mais um intervalo portador de petróleo no poço Morpho (1-BRSA-1405-APS), caracterizando uma nova descoberta no bloco FZA-M-59, em águas ultraprofundas na costa do Amapá, na Bacia da Foz do Amazonas, em lâmina d'água de 2.886 metros.
Segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a continuidade da perfuração após a descoberta comunicada em agosto teve como objetivo avaliar intervalos exploratórios mais profundos e levou à nova ocorrência, identificada por perfis elétricos, indícios em rocha e amostras de fluidos obtidas durante as operações.
A Petrobras afirmou que a descoberta amplia o conhecimento sobre o potencial exploratório da área e deve fornecer informações adicionais para a avaliação dos sistemas petrolíferos e do potencial de recursos da bacia. A companhia disse que as análises seguem em curso e que os dados coletados ainda serão caracterizados em laboratório e integrados ao conjunto de informações da perfuração. No caso da descoberta divulgada em agosto, a empresa afirmou que as análises já realizadas confirmam a boa qualidade do petróleo encontrado.
A estatal informou que concluirá as atividades de perfuração do poço, com avaliação das formações identificadas, e que a atuação no bloco está alinhada à estratégia de longo prazo para recompor reservas por meio da exploração de novas fronteiras.
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