Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA sobem, mas permanecem em níveis baixos

9 abr 2026 - 09h50
Compartilhar

Os novos pedidos de auxílio-desemprego ‌nos Estados Unidos aumentaram moderadamente na semana passada, sem mostrar sinais de deterioração do mercado de trabalho, o que pode dar ao Federal Reserve espaço para manter a taxa de juros enquanto monitora as consequências econômicas da guerra com o Irã.

Os pedidos ⁠iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 16.000, para 219.000 em dado ‌com ajuste sazonal, na semana encerrada em 4 de abril, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Economistas consultados pela Reuters ‌previam 210.000 pedidos para a última semana. ‌O número baixo de demissões está ancorando o mercado ⁠de trabalho e, até o momento, não há indicação de que os empregadores tenham reagido ao choque do preço do petróleo decorrente da guerra dos EUA e Israel contra o Irã reduzindo o número de funcionários.

Na terça-feira, o presidente Donald Trump ‌anunciou um cessar-fogo de duas semanas sob a condição de que ‌Teerã reabra o Estreito ⁠de Ormuz, ⁠que está bloqueado. Um aumento nos preços globais do petróleo fez com que ⁠o preço médio nacional ‌da gasolina no varejo subisse ‌acima de US$4 por galão pela primeira vez em mais de três anos e eliminou cerca de US$3,2 trilhões do mercado de ações em março.

Os economistas estão se preparando ⁠para um salto na inflação em março, com expectativa de alta do índice de preços ao consumidor de até 1,0% na comparação mensal, o que se traduz em um aumento anual de cerca de 3,3%. ‌O banco central dos EUA tem uma meta de 2%.

O Fed manteve sua taxa de juros de referência na faixa ⁠de 3,50% a 3,75%. A probabilidade de um corte este ano diminuiu consideravelmente. A maioria das autoridades "esperava que a taxa de desemprego permanecesse pouco alterada e que a criação líquida de empregos e o crescimento da força de trabalho permanecessem baixos, enquanto alguns participantes (da reunião de política monetária) esperavam que as condições do mercado de trabalho se abrandassem", conforme a ata da última reunião.

O mercado de trabalho está preso no que os economistas chamam de estado de "baixa contratação e baixa demissão", que eles atribuíram à incerteza decorrente das tarifas de importação e das deportações de Trump.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra