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Mais estáveis, ações do Facebook voltam a atrair investidor

19 dez 2012 - 07h20
(atualizado às 07h22)
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A expectativa era grande e bastante positiva quando o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que a empresa iria entrar no mercado mundial de ações. O sucesso da rede social abriu o interesse dos investidores em comprar o papel da empresa, porém o entusiasmo não durou muito tempo. As ações que entraram no mercado com um valor elevado diminuíram mais de 50% em cinco meses.

O Facebook entrou para o mercado de ações em maio de 2012 e, desde então, apresentou queda no valor das ações
O Facebook entrou para o mercado de ações em maio de 2012 e, desde então, apresentou queda no valor das ações
Foto: Getty Images


Gestor da Inva Capital, Luiz Augusto Pacheco lembra que no primeiro mês das ações do Facebook na Nasdaq, bolsa de valores norte-americana, em maio de 2012, o papel da empresa valia US$ 38. Mais tarde, o susto para Zuckerberg - e do resto do mundo - foi grande. Em setembro, o valor havia caído para US$ 17. Pacheco afirma, porém, que houve uma recuperação depois da publicação do último relatório trimestral da empresa. Com o aumento da receita da empresa, o interesse dos investidores reapareceu, elevando o valor do papel - que hoje vale US$ 27.



De acordo com o sócio da Unique Investimentos Eduardo Mussi, muitas pessoas estavam com expectativas boas e esperavam que o papel fosse se valorizar rapidamente. Quando isso não aconteceu, quem havia comprado as ações começou a vendê-las. "Esse fluxo de venda fez com que o movimento de queda se encrementasse", explica Mussi. Além disso, o valor inicial do papel do Facebook era muito elevado e, para se ajustar à realidade do mercado, uma diminuição já era prevista.



Mussi afirma que, quando houve anúncio sobre a abertura de capital do Facebook e sua entrada no mercado de ações, o interesse dos brasileiros foi grande em investir. Contudo, os papéis da empresa não são negociados na Bovespa e, para comprá-los, o investidor precisa fazer isso por meio de uma corretora de ações estrangeira. Mussi explica, ainda, que o primeiro passo é abrir uma conta em um banco no exterior - no caso, nos Estados Unidos. Depois disso, o investidor pode abrir uma conta em uma corretora de ações norte-americana. O processo é parecido com o brasileiro, e a pessoa precisa apresentar passaporte, comprovante de residência e preencher cadastro.



Empresas de tecnologia provocam incerteza

O setor de tecnologia está constantemente em mudança. Isso afeta a receita das empresas pertencentes a esta área e, com isso, a negociação de seus papéis. Segundo informações da Plena Consultoria de Investimentos, para investir nesse setor é preciso que a pessoa entenda um pouco sobre tecnologia e conheça a situação da empresa.



As incertezas na área de internet e os avanços tecnológicos, principalmente na parte da comunicação, podem deixar investidores mais inseguros. Por enquanto, o Facebook tem hegemonia nas redes sociais, mas pode perder seu posto a qualquer momento, como ocorreu com o Orkut. Justamente essa falta de certeza pode afastar os investidores de suas ações.

Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra
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