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Inflação da baixa renda registra alta de 8,06% em 12 meses

Taxa acumulada no período de 12 meses até fevereiro é superior às variações da inflação oficial (7,7%) e do indicador que mede a inflação para o conjunto da população (7,99%)

13 mar 2015 - 09h07
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Uma mulher procura roupas em uma loja no Brás, em São Paulo. As vendas no comércio varejista brasileiro avançaram 0,4 por cento em janeiro na comparação com o mês anterior, resultado melhor do que o esperado e suficiente para reverter a contração vista em dezembro e que havia interrompido nove meses seguidos de expansão. 09/08/2013
Uma mulher procura roupas em uma loja no Brás, em São Paulo. As vendas no comércio varejista brasileiro avançaram 0,4 por cento em janeiro na comparação com o mês anterior, resultado melhor do que o esperado e suficiente para reverter a contração vista em dezembro e que havia interrompido nove meses seguidos de expansão. 09/08/2013
Foto: Nacho Doce / Reuters

Apesar de ter desacelerado em fevereiro, a inflação da baixa atingiu 8,06% no acumulado em 12 meses, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com isso, a variação do Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) foi superior à registrada pela inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que avançou 7,7% no mesmo período.

Em fevereiro, a inflação da baixa renda avançou 0,83%, após alta de 2% em janeiro. Como comparação, o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para o conjunto da população, avançou 0,97% em fevereiro e acumula alta de 7,99% em 12 meses, taxa inferior ao da baixa renda.

Segundo a FGV, seis das oito classes de despesas que compõem o IPC-C1 desaceleraram no mês passado: alimentação (passou de 1,97% para 0,74%); transporte (de 5,38% para 2,11%); habitação (de 2,02% para 0,78%); educação, leitura e recreação (de 3,02% para 0,33%); despesas diversas (de 2,2% para 1,19%); e comunicação (de 0,26% para 0,19%).

Em compensação, os grupos saúde e cuidados pessoais (de 0,02% para 0,49%) e vestuário (de -0,40% para 0,05%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

Fonte: Terra
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