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Ibovespa avança com exterior; Natura dispara mais de 9%

31 mar 2026 - 10h26
(atualizado às 12h35)
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O sinal positivo prevalecia na bolsa paulista nesta terça-feira, ‌acompanhando praças acionárias no exterior, em meio a noticiário no sentido de potencial arrefecimento na guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.

Por volta de 12h25, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, subia 1,52%, a 185.286,25 pontos, tendo alcançado 186.447,97 pontos no melhor momento. Ainda assim, caminha para fechar março com a primeira queda mensal desde julho do ano passado, de 1,85% até o momento.

O volume financeiro no pregão desta terça-feira somava R$10,4 bilhões.

Ainda na segunda-feira, o Wall Street Journal ⁠informou que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse a assessores que estava disposto a encerrar a campanha militar contra o ‌Irã, mesmo que o Estreito de Ormuz permanecesse praticamente fechado.

Agentes financeiros buscaram na reportagem argumento para compras, o que fazia o S&P 500, uma das referências do mercado acionário dos EUA, subir 1,5%.

O barril de petróleo Brent, porém, avançava 5,49%, a ‌US$118,97, a caminho da maior alta mensal da história, após um novo ataque ‌a um petroleiro no Oriente Médio e um alerta do secretário de Defesa dos EUA sobre dias decisivos ⁠no conflito.

A Guarda Revolucionária do Irã também disse nesta terça-feira que atingirá empresas dos Estados Unidos na região a partir de 1º de abril, em retaliação a ataques contra o Irã, segundo relato da mídia estatal iraniana.

DESTAQUES

- VALE ON avançava 2,49%, descolada da fraqueza dos futuros do minério de ferro na China. A companhia disse que a subsidiária Vale Base Metals (VBM) poderá responder por aproximadamente 30% a 35% do Ebitda consolidado da companhia a partir de 2035, bem como estimou que o fluxo de ‌caixa livre da VBM em 2026 possa ficar em faixa aproximada entre US$400 milhões e US$1,9 bilhão, em termos reais.

- PETROBRAS PN ‌subia 1,27%, endossada por nova alta ⁠do petróleo no exterior. O Grupo ⁠Abra, holding que controla a companhia aérea Gol, informou nesta terça-feira que a Petrobras elevará os preços do querosene de aviação (QAV) em cerca ⁠de 55% a partir de 1º de abril.

- BTG PACTUAL UNIT valorizava-se ‌2,68%, em pregão positivo para bancos do ‌Ibovespa. ITAÚ UNIBANCO PN subia 1,8%, SANTANDER BRASIL UNIT mostrava acréscimo de 1,46%, BRADESCO PN avançava 1,41% e BANCO DO BRASIL ON tinha elevação de 0,54%. Investidores seguem atentos a possíveis medidas de crédito para amenizar o endividamento da população.

- NATURA ON disparava 9,42% após a empresa de private equity norte-americana Advent assinar um acordo para comprar ⁠uma participação de 8% a 10% na fabricante de cosméticos. A operação deverá ocorrer no prazo de até seis meses, observado o preço-alvo médio de R$9,75. Na véspera, as ações fecharam a R$9,24.

- MRV&CO ON recuava 0,4%, entre as poucas quedas do dia e revertendo o tom mais positivo dos primeiros negócios, quando chegou a subir quase 4,5%. A construtora divulgou na noite de segunda-feira que foi concluída a venda do empreendimento Tributary, ‌localizado na Geórgia, Estados Unidos, por US$73,3 milhões. Em paralelo, o índice do setor imobiliário da B3 avançava 1,27%. DIRECIONAL ON cedia 0,46%.

- JHSF ON, que não faz parte do Ibovespa, avançava 6,5%, na esteira da divulgação de um lucro líquido ⁠de R$978,3 milhões no quarto trimestre de 2025, mais do que o dobro do que os R$410,8 milhões apurados um ano antes. O Ebitda ajustado saltou a R$1,14 bilhão.

- IMC ON, que não faz parte do Ibovespa, recuava 3,09%, após reportar prejuízo líquido de R$50,9 milhões para o quarto trimestre de 2025. O grupo, que controla redes de fastfood no Brasil como Pizza Hut e Frango Assado, teve queda de 5,4% na receita líquida. De acordo com o presidente-executivo, a companhia deve manter a base de lojas de sua principal marca, Frango Assado, este ano, buscando otimizações do parque, enquanto trabalha para recuperar vendas de operações nos EUA.

- SIMPAR ON, que não faz parte do Ibovespa, valorizava-se 3,52%, tendo no radar o balanço do quarto trimestre, com lucro líquido consolidado de R$543 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo o prejuízo de R$224 milhões registrado um ano antes. A alavancagem medida pela relação dívida líquida/Ebitda ficou em 3 vezes ante 3,6 vezes um ano antes, a menor dos últimos 15 anos da companhia.

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