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Governo vai tentar reverter desidratação na reforma da Previdência, diz Marinho

Texto aprovado na CCJ do Senado prevê economia de R$ 870 bilhões em dez anos enquanto o que passou na Câmara estimava impacto de R$ 933 bilhões

5 set 2019
12h43
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BRASÍLIA - O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse nesta quinta-feira, 5, que vai tentar reverter no plenário do Senado as mudanças no texto da reforma da Previdência feitas pelo relator, Tasso Jereissati (PSDB-CE).

O projeto aprovado na Câmara previa uma economia de R$ 933,5 bilhões em dez anos, enquanto a versão aprovada nesta quarta-feira, 4, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado reduziu essa previsão para R$ 870,5 bilhões.

"O governo espera reverter parte ou todas as desidratações no plenário. Esperamos que pelo menos não haja novas desidratações ao texto", disse. "Vou peregrinar pelo Senado e conversar com os parlamentares."

 O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.
O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - 5/8/2019 / Estadão

Para Marinho, é muito positiva a possibilidade de que a reforma seja votada no plenário do Senado já na próxima semana. "Pode haver um encurtamento do cronograma de votação no Senado, o que seria alvissareiro", disse o secretário a jornalistas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), buscava acordo para levar a reforma à votação no plenário na quarta-feira.

Estadão
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