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Dólar tem alta leve no Brasil em meio à cautela com política tarifária dos EUA

24 fev 2026 - 09h21
(atualizado às 09h47)
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O dólar ‌exibe alta leve nesta terça-feira no Brasil, enquanto no exterior a moeda norte-americana também passou a operar com ganhos ante a maior parte das demais divisas, com investidores ainda demonstrando cautela diante da política tarifária dos Estados Unidos e das tensões entre ⁠EUA e Irã.

Às 9h35, o dólar à vista subia 0,24%, aos ‌R$5,1820 na venda.

Na B3, o contrato de dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- avançava 0,14%, aos ‌R$5,1865.

Na segunda-feira, o dólar à vista ‌encerrou com queda de 0,14%, aos R$5,1693.

Os Estados Unidos passaram ⁠a aplicar nesta terça-feira uma tarifa adicional de 10% sobre todos os produtos não cobertos por isenções, segundo um aviso emitido pela alfândega do país. Essa é a taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na última sexta-feira, e não os ‌15% que ele prometeu no sábado.

A cobrança é uma reação à ‌decisão da Suprema Corte ⁠que derrubou as ⁠tarifas anunciadas no ano passado por Trump sobre uma série de países, ⁠mas coloca em dúvida os ‌acordos comerciais negociados recentemente ‌pelos EUA com parceiros como Japão, União Europeia e Reino Unido.

Em meio às dúvidas sobre o cenário, o dólar sobe no exterior ante moedas como o iene, o euro ⁠e a libra. Entre os pares do real, a divisa avança ante o peso mexicano, mas recua ante o peso chileno.

Além da questão tarifária, os agentes estão atentos à escalada das tensões entre EUA e Irã, ‌que, segundo informou a Reuters, está perto de fechar um acordo com a China para comprar mísseis antinavio. O acordo surge ⁠em um momento em que os EUA mobilizam uma vasta força naval perto da costa iraniana.

No Brasil, o Banco Central informou mais cedo que o déficit em transações correntes do país chegou a US$8,36 bilhões em janeiro, ante expectativa em pesquisa da Reuters de saldo negativo de US$6,4 bilhões. No mesmo período do ano anterior houve déficit de US$9,809 bilhões.

Os investimentos diretos no país (IDP) alcançaram em janeiro US$8,168 bilhões, acima dos US$7,0 bilhões projetados na pesquisa, mas não compensando totalmente o déficit em transações correntes no mês. Em janeiro de 2025, o saldo de IDP foi de US$6,708 bilhões.

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