Dívida bruta do Brasil sobe a 82,5% do PIB em julho com superávit primário abaixo do esperado
A dívida bruta do Brasil subiu para 82,5% do PIB em julho, acima das projeções, enquanto a dívida líquida atingiu 69,1%, informou o Banco Central. O avanço foi impulsionado pelo fraco superávit primário do setor público consolidado, de R$ 1,361 bilhão, bem abaixo da expectativa de R$ 5,6 bilhões. O resultado refletiu déficits em estados, municípios e estatais, que reduziram o impacto positivo do superávit registrado pelo governo central.
A dívida bruta do Brasil registrou alta em julho, quando o setor público consolidado brasileiro apresentou superávit primário bem abaixo do esperado, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central.
A dívida pública bruta do país como proporção do PIB fechou julho em 82,5%, contra 81,9% no mês anterior. Já a dívida líquida do setor público foi a 69,1%, de 68,5% em junho.
As expectativas em pesquisa da Reuters eram de 82,1% do PIB para a dívida bruta e de 68,8% do PIB para a líquida.
Em julho, o setor público consolidado registrou um superávit primário de R$1,361 bilhão, bem abaixo da expectativa de economistas consultados em pesquisa da Reuters de um saldo positivo de R$5,6 bilhões.
O governo central teve superávit de R$10,975 bilhões, enquanto Estados e municípios registraram déficit primário de R$8,502 bilhões e as estatais tiveram saldo negativo de R$1,112 bilhão, mostraram os dados do Banco Central.
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