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Canal do Panamá inicia processo de seleção de empresa para construir gasoduto

18 set 2025 - 21h05
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O Canal do Panamá iniciou um processo para selecionar a empresa que projetará, construirá e operará um gasoduto para transportar gás liquefeito de petróleo (GLP), informou sua autoridade nesta quinta-feira, após reuniões com empresas interessadas.

Vista de área do Canal do Panamá
20/06/2025
REUTERS/Enea Lebrun
Vista de área do Canal do Panamá 20/06/2025 REUTERS/Enea Lebrun
Foto: Reuters

O projeto, que deverá exigir um investimento entre US$4 bilhões e US$8 bilhões, faz parte da iniciativa da hidrovia para atender à crescente demanda por serviços, incluindo geração de receita extra, após a expansão de sua área em uma decisão da Suprema Corte no ano passado.

Prevê-se que somente o gasoduto de 2 milhões de barris por dia contribuirá com entre US$1 bilhão e US$1,2 bilhão para a receita anual, disse Ricaurte Vásquez, diretor do canal, à Reuters em uma entrevista.

O projeto do gasoduto tem como objetivo transportar o GLP dos Estados Unidos destinado à Ásia de um lado para o outro do canal. Uma linha de transmissão de energia será construída como parte do plano.

Entre as empresas que se reuniram com as autoridades do canal estavam Exxon Mobil, Phillips 66, Shell, Energy Transfer, Puma Energy, SK Energy, Vitol, Mitsubishi, Itochu e Sumitomo, informou o canal em um comunicado.

"Tivemos uma sala cheia de pessoas interessadas", disse Vásquez sobre as reuniões, acrescentando que um processo de pré-qualificação será a próxima etapa.

Espera-se que o vencedor do processo seja selecionado no último trimestre de 2026, enquanto um projeto paralelo para construir e operar dois novos portos na área do canal será lançado entre o fim deste ano e o início do próximo, disse ele.

O canal prevê um lucro de US$3,5 bilhões no ano fiscal que termina em setembro, em linha com os resultados do ano anterior, disse Vásquez. Espera-se que o recebimento de navios maiores compense a redução do tráfego no fim do ano.

"Tivemos uma sazonalidade diferente neste ano, com mais carga sendo transportada para os Estados Unidos agora, em vez de em outubro-dezembro", disse ele.

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