Brasileiros usam cidadania de Granada para viver e trabalhar nos EUA
Brasileiros encontram um caminho legal para viver, trabalhar e proteger seu patrimônio nos EUA com cidadania de Granada
Brasileiros têm explorado o Programa de Cidadania por Investimento de Granada como forma legal de obter o visto E-2, permitindo viver, trabalhar e proteger patrimônios nos EUA, aproveitando benefícios tributários e oportunidades de negócios.
Cada vez mais brasileiros estão descobrindo uma maneira nova de viver nos Estados Unidos. Por meio do Programa de Cidadania por Investimento de Granada, famílias podem obter um segundo passaporte que abre as portas para o visto de investidor E-2, permitindo que construam uma vida e um negócio nos EUA, economizando em impostos e protegendo seus ativos globais.
Para muitos, parece um sonho que está finalmente ao alcance. Com um passaporte granadino, investidores brasileiros podem viver legalmente nos Estados Unidos com seus cônjuges e filhos, abrir um negócio e desfrutar de um sistema tributário que favorece empreendedores e investidores.
De acordo com a Frederick Capital, uma empresa global de consultoria que auxilia clientes na obtenção de uma segunda cidadania, houve um forte aumento no interesse de famílias brasileiras em busca dessa oportunidade.
"Observamos uma clara mudança de motivação. Não se trata mais apenas de liberdade para viajar. Nossos clientes querem estabilidade para seus filhos, privacidade para seu patrimônio e uma maneira legal de viver nos EUA sem depender de processos de imigração complicados. Granada oferece exatamente isso", afirma Joseph Boll, CEO da Frederick Capital.
Rota simples para os EUA
Granada é o único país do Caribe que possui um tratado com os Estados Unidos, permitindo que seus cidadãos solicitem o Visto de Investidor E-2. Este visto permite que investidores vivam e trabalhem nos Estados Unidos, sendo proprietários ou administradores de um negócio. O processo é rápido, geralmente concluído em três a seis meses, e não é necessário residir em tempo integral em Granada.
As famílias podem incluir cônjuges, filhos e até mesmo pais em uma única solicitação, o que significa que toda a família pode se mudar junta para os EUA.
Planejamento tributário inteligente e liberdade cripto
Além do apelo emocional, também existem fortes razões financeiras por trás dessa tendência. Granada não cobra impostos sobre renda global, patrimônio ou ganhos de capital. Para os brasileiros que ganham dinheiro no exterior, administram empresas internacionais ou investem em criptomoedas, isso significa ficar com uma parcela maior do que ganham.
“A combinação da estrutura tributária de Granada com o visto E-2 cria uma oportunidade única”, explica Boll. “Nossos clientes podem morar nos Estados Unidos, administrar seus negócios livremente e ainda desfrutar de um ambiente tributário internacional favorável. É a configuração perfeita para empreendedores, nômades digitais e investidores.”
Opções de investimento e inclusão familiar
Para se qualificar para a cidadania, os investidores podem contribuir com um investimento independente mínimo a partir de US$ 235 mil para o Fundo Nacional de Transformação (NTF) de Granada ou um investimento de US$ 350 mil em um projeto imobiliário aprovado. O processo é confidencial e simples, tornando-o um dos programas mais eficientes do mundo.
(*) Homework inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da Compasso, agência de conteúdo e conexão.