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BofA se junta a outros bancos e passa a ver recessão no Brasil em 2020 por coronavírus

19 mar 2020 - 19h15
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O Bank of America passou a estimar contração do PIB brasileiro em 2020, na sequência de outras instituições financeiras que também agora veem retração devido ao surto do coronavírus.

Vendedora em pé diante de loja parcialmente fechada após autoridades anunciarem medidas para conter a disseminação do Covid-19, no centro do Rio de Janeiro
18/03/2020
REUTERS/Sergio Moraes
Vendedora em pé diante de loja parcialmente fechada após autoridades anunciarem medidas para conter a disseminação do Covid-19, no centro do Rio de Janeiro 18/03/2020 REUTERS/Sergio Moraes
Foto: Reuters

O BofA calcula que o PIB retrairá 0,5% em 2020, expressiva mudança ante o número anterior, que indicava crescimento de 1,5%.

Na América Latina, Venezuela (-20,0%), México (-4,5%) e Argentina (-3,0%) sofrerão os baques mais fortes. O Chile deve cair 0,7%, e a economia peruana ainda deve crescer 0,5%, segundo o banco.

"Chile, Peru e Brasil são os países mais sensíveis ao choque combinado China/commodities, mas ajustamos nossas previsões de crescimento de maneira geral", disseram profissionais do banco em relatório.

Outras instituições financeiras já haviam cortado suas projeções para o PIB brasileiro nos últimos dias.

O JPMorgan espera retração de 3,5% da economia no primeiro trimestre deste ano e um tombo de 10% no segundo trimestre, com a economia fechando o ano em contração de 1,0%. O Goldman Sachs baixou suas estimativas de expansão de 1,5% para declínio de 0,9% em 2020.

A Itaú Asset Management passou a ver queda do PIB de 0,3% em 2020. E o Credit Suisse havia reduzido sua projeção de expansão de 1,4% para zero neste ano.

O UBS cortou a 0,5% sua expectativa de crescimento para o PIB neste ano, depois de uma taxa já revisada para baixo de 1,3% (contra 2,1% antes). Dos citados, o Santander Brasil ainda tem a projeção mais elevada, de 1%, mas a metade da taxa de expansão de 2% com a qual o banco trabalhava antes.

A expectativa é que a onda de revisões já seja sentida na pesquisa Focus da próxima segunda-feira. Na edição mais recente da pesquisa, divulgada no último dia 16, o mercado estimava crescimento da economia de 1,68% em 2020, segundo a mediana das projeções.

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