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BCE não está com pressa para mudar política monetária, mostra ata

22 jan 2026 - 09h53
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As autoridades do Banco Central Europeu não estão com pressa para ajustar as taxas de juros uma vez que a inflação está próxima da meta, mas os riscos abundantes significam que eles ‌precisam estar prontos para agir mais uma vez, mostrou a ata da reunião de dezembro divulgada ‌nesta quinta-feira.

Na reunião, o BCE deixou sua taxa de juros inalterada em 2% e elevou as projeções de crescimento, o que foi considerado pelos mercados como um sinal de que a barra para qualquer afrouxamento adicional estava excepcionalmente alta.

Em declarações desde a reunião, o economista-chefe do banco ‍central, Philip Lane, disse que, enquanto a economia se desenvolver conforme as projeções, é improvável que mudanças nas taxas de juros estejam na agenda no curto prazo, confirmando as apostas do mercado de que o banco vai manter os juros por ‌algum tempo após oito cortes no ano até junho passado.

"O Conselho ‌do BCE poderia ser paciente, embora isso não deva ser confundido com hesitação em agir ou assimetria", disse o BCE na ata. "De modo geral, o BCE está atualmente em uma boa posição do ponto de vista da política monetária, mas isso não significa que a postura deva ser vista como estática."

A próxima reunião do BCE será em 5 de fevereiro e os investidores financeiros não veem nenhuma mudança nas taxas de juros este ano.

"Dada a orientação de médio prazo do Conselho do BCE ... a atual precificação das taxas de juros pelo mercado foi considerada consistente com as últimas fixações e em linha com a função de reação do Conselho do BCE", acrescentou o BCE.

A inflação, que é o principal foco do BCE, oscilou em ambos os lados da meta de 2% durante a maior parte do ano passado e as projeções mostram que ela ficará próxima desse nível nos próximos anos.

É possível que este ano ela fique um pouco abaixo da meta devido aos preços ‌mais baixos da energia, mas a inflação doméstica continua relativamente alta devido ao crescimento robusto dos salários, o que corrobora os argumentos de que o aumento dos preços voltará à meta assim que os custos mais baixos da energia forem eliminados ao longo do tempo.

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