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Xuxa Meneghel alerta sobre uso indevido de sua imagem em vídeos falsos sobre as eleições

'Rainha dos Baixinhos' se posiciona contra manipulação de IA em campanha de 2026 e alerta fãs

7 set 2026 - 13h10
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Resumo
Xuxa Meneghel alertou seus seguidores sobre vídeos falsos criados por inteligência artificial que utilizam sua imagem e voz para simular apoio a candidatos nas eleições. A apresentadora desmentiu a autoria do material, reforçou que não autorizou o uso de sua persona e avisou que os responsáveis por esses deepfakes responderão na Justiça. O caso coincide com os esforços do TSE em combater a desinformação digital e regulamentar o uso de tecnologias sintéticas para proteger o processo democrático.
Xuxa Meneghel alerta sobre uso indevido de sua imagem em vídeos falsos sobre as eleições
Xuxa Meneghel alerta sobre uso indevido de sua imagem em vídeos falsos sobre as eleições
Foto: The Music Journal

No intrincado palco das redes sociais, onde a verdade muitas vezes se mistura com a mais elaborada ficção, a icônica Xuxa Meneghel emergiu para um pronunciamento urgente. A "Rainha dos Baixinhos", figura central na memória afetiva de gerações, usou seus canais oficiais para confrontar uma ameaça digital crescente: a disseminação de vídeos falsos que utilizam sua imagem e voz para influenciar o período eleitoral.

Um alerta que ressoa não apenas como uma defesa pessoal, mas como um chamado à vigilância em tempos de tecnologias cada vez mais sofisticadas.

A apresentadora, conhecida por sua franqueza e conexão direta com o público, revelou em seus Stories do Instagram a existência de conteúdos gerados por inteligência artificial que a retratam supostamente pedindo votos. A mensagem foi clara e categórica:

"As eleições estão chegando e, com elas, estão circulando novos vídeos falsos usando minha imagem e voz, como se eu estivesse pedindo votos. Não sou eu. É falso"

A Ameaça dos Deepfakes e a Reação de Xuxa

Este não é um incidente isolado, mas um sintoma do desafio que a era digital impõe à integridade da informação. Xuxa não apenas negou a autoria dos vídeos, mas sublinhou a gravidade da situação, afirmando que não concedeu qualquer autorização para o uso de sua persona em campanhas políticas. A apresentadora foi além, alertando para as consequências legais dos responsáveis por essas manipulações:

"Não gravei nenhum vídeo para essa eleição e não autorizei o uso da minha imagem. Deepfakes e mentiras têm autor e o autor responde judicialmente"

O apelo de Xuxa aos seus milhões de seguidores transcende a mera autoproteção. É um convite à reflexão crítica sobre o que consumimos e compartilhamos online.

"Por favor, não compartilhem. Não acreditem. Na dúvida, confiem apenas em meus canais oficiais"

Em um ecossistema digital saturado de informações, a voz de uma figura tão influente como Xuxa torna-se um farol para a conscientização.

Foto: Reprodução / Instagram / The Music Journal

O Cenário Político-Digital e as Novas Regras

O posicionamento de Xuxa Meneghel não poderia vir em momento mais oportuno. Ele se alinha a uma crescente preocupação global e nacional sobre a influência da inteligência artificial nas eleições. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já se antecipou a esse novo paradigma, estabelecendo critérios para caracterizar os chamados deepfakes nas Eleições 2026.

A Corte define esses conteúdos como produções sintéticas ou manipuladas por IA que exibem realismo ou verossimilhança, alterando imagem, voz ou as próprias manifestações de indivíduos.

Essa regulamentação visa coibir a desinformação e proteger a lisura do processo democrático. A recomendação do TSE ecoa o pedido de Xuxa: é fundamental verificar a origem de qualquer vídeo ou declaração antes de disseminá-los.

The Music Journal The Music Journal Brazil
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