Carl Jung, pioneiro da psicologia profunda: 'O encontro entre duas pessoas é como o contato entre duas substâncias químicas: se houver alguma reação, ambas se transformam'
Psicologia aponta transformações quando há conexões entre pessoas, mesmo que sejam durante poucos minutos; saiba mais
Em um mundo marcado por conexões rápidas e, muitas vezes, superficiais, a psicologia chama atenção para algo essencial: quando duas pessoas realmente se conectam, algo muda, mesmo que esse encontro dure apenas alguns minutos.
Não é preciso uma relação longa ou intensa para que haja transformação na vida de alguém. Isso porque, às vezes, uma simples conversa é suficiente para deixar marcas profundas.
Um exemplo recente pode ser observado dentro do 'BBB 26', com as participantes Jordana e Marcielle. Em meio à pressão do jogo e à desvantagem do grupo Voar, definido pelas sistes, elas desenvolveram uma conexão baseada em apoio mútuo e troca de estratégias.
Mais do que alianças típicas de reality show, o que se vê é uma sintonia que fortalece emocionalmente. Em momentos de fragilidade, elas encontram uma na outra um ponto de equilíbrio.
O psiquiatra Carl Jung, fundador da psicologia analítica, já refletia sobre a ideia de encontros que geram transformações.
"O encontro de duas pessoas é como o contato de duas substâncias químicas : se houver alguma reação, ambas se transformam". A frase, presente na obra 'O Homem Moderno em Busca de uma Alma' (1933), não se limita ao amor ou da amizade. Jung pensava, inicialmente, na relação entre terapeuta e paciente, mas toda interação humana carrega potencial de mudança.
Para ser mais específico, Jung dizia: "Você não pode exercer influência sobre alguém se não for suscetível à influência". É justamente nesse espaço, onde duas pessoas se permitem s...
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