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'BBB 26': Irmã de Samira quebra o silêncio sobre passado da sister e doença da mãe

Yassmin Sagr expõe detalhes da vida da irmã antes do reality, esclarece polêmica sobre bolsas de estudo e defende postura da gaúcha durante o tratamento de saúde da mãe

31 mar 2026 - 15h33
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A trajetória de Samira no BBB 26 tem sido marcada por embates intensos, especialmente com o influenciador Juliano Floss. Após ser chamada de "mimada" e ver o apelido "Eumira" viralizar nas redes sociais, a família da gaúcha decidiu intervir. Yassmin Sagr, irmã da participante, usou o X (antigo Twitter) para desmentir boatos sobre a educação da sister e a relação com a mãe, que enfrentou um câncer.

'BBB 26': Irmã de Samira quebra o silêncio sobre passado da sister e doença da mãe
'BBB 26': Irmã de Samira quebra o silêncio sobre passado da sister e doença da mãe
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Bolsas de estudo e a polêmica do "internato"

Yassmin esclareceu como Samira conseguiu estudar em instituições da rede adventista, negando que a família tivesse origens privilegiadas ou que a sister fosse uma "filha ausente".

"Eu e minha irmã éramos bolsistas na rede adventista pelo fato de a nossa mãe trabalhar na instituição. Todo filho de funcionário tem direito à bolsa. Quando a Samira foi para o internato, ela conseguiu 80% de bolsa, e o restante foi custeado por uma pessoa que, até hoje, não conhecemos", explicou Yassmin.

A irmã detalhou que o auxílio veio de um programa de doações anônimas comum nessas instituições, ocorrendo justamente no período em que a mãe das jovens recebeu o diagnóstico de câncer de mama, em 2015.

Luta contra o câncer e faculdade de Direito

Diferente do que sugerem as críticas sobre o comportamento de Samira no reality, Yassmin reforçou que a irmã sempre foi presente durante o tratamento da mãe, realizado pelo SUS.

"Mesmo durante o período no internato, a Samira voltava para casa todos os finais de semana para estar com a nossa mãe. Em diversos momentos, inclusive, faltou às aulas para acompanhá-la em procedimentos mais delicados. Usar o câncer da minha mãe e o fato de a Samira ter recebido uma bolsa para levantar suposições horríveis sobre uma menina de 14 anos é baixo. Extremamente baixo", desabafou a irmã.

Para cursar Direito em São Paulo, Samira também recorreu ao trabalho: "Os alunos vendem livros de porta em porta e utilizam parte do valor arrecadado para pagar a mensalidade da faculdade", revelou sobre o programa de colportagem.

Família sofre ameaças e evita exposição da mãe

A gravidade dos ataques nas redes sociais fez com que a equipe e a família de Samira optassem por preservar a matriarca. Segundo Yassmin, a mãe chegou a cogitar gravar um vídeo em defesa da filha, mas foi impedida para evitar uma exposição dolorosa.

"Minha mãe não vai passar por esse tipo de exposição. Essa também é uma forma de protegê-la, principalmente diante das inúmeras mensagens de ódio que toda a família e amigos vêm recebendo, inclusive mensagens com incitação e ameaças à violência", concluiu Yassmin Sagr.

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