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'Queria brigar, mas estava entubado': aos 67 anos e com mais de 40 de carreira, Ilvio Amaral escancara a dificuldade de não poder falar na novela vertical 'Eu Não Era Louca, Era Casada'

Pai de Fernanda Rodrigues em 'Eu Não Era Louca, Era Casada', do Globoplay, ator com mais de 40 anos de profissão revela maior dificuldade em novela vertical

8 out 2026 - 17h05
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Resumo
Aos 67 anos e com quatro décadas de carreira, Ilvio Amaral encara um desafio inédito na novela vertical "Eu Não Era Louca, Era Casada", do Globoplay. Ele interpreta Horácio, um homem doente e entubado que tenta proteger a filha Beatriz (Fernanda Rodrigues) das armações do vilão Vítor (Ricardo Pereira). Sem a fala, o ator precisou recorrer a sons, expressões faciais e ao olhar para transmitir as emoções de seu personagem moribundo, transformando a limitação física em uma rica experiência cênica.
Ilvio Amaral dá vida a Horácio, homem com dificuldades de fala na novela vertical 'Eu não era louca, era casada', do Globoplay.
Ilvio Amaral dá vida a Horácio, homem com dificuldades de fala na novela vertical 'Eu não era louca, era casada', do Globoplay.
Foto: Divulgação/TV Globo / Purepeople

Acostumado a se expressar por meio dos gestos e da voz no teatro, Ilvio Amaral encontrou um desafio completamente diferente em seus mais de 40 anos de carreira. 

Na novela vertical 'Eu Não Era Louca, Era Casada', que estreou nesta semana no Globoplay, o ator de 67 anos dá vida a um personagem moribundo que enfrenta uma doença capaz de paralisar seus músculos e, principalmente, limita sua capacidade de falar.

Na história, Horácio é pai de Beatriz, protagonista vivida por Fernanda Rodrigues, e passou a vida dedicado à família e aos negócios. Mesmo com todas as limitações, ele consegue perceber os sinais de que algo não está bem com a filha e tenta, à sua maneira, protegê-la. 

Logo nos primeiros capítulos, Horácio é jogado da cama do hospital no chão pelo vilão Vítor (Ricardo Pereira), mas Beatriz acredita que o pai caiu acidentalmente. 

Para Ilvio, interpretar alguém que praticamente não pode falar foi uma experiência complicada, mas também uma oportunidade de explorar outras formas de atuação.

"Tinha raiva da personagem da Barbara (Reis) porque eu não podia falar porque tava entubado, mas gostei que o Adriano (Melo, o diretor) deu tanta liberdade, aí comecei a fazer sons, mas é difícil pra poder falar", contou ele na coletiva virtual que contou com a presença do Purepeople.

Sem depender dos diálogos, o ator precisou trabalhar ainda mais com os olhos, expressões faciais, pequenos movimentos e sons para transmitir aquilo que o personagem não conseguia verbalizar.

"Foi muito divertido, ...

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