'Sugaram minha energia. Não aguentaria numa novela inteira': aos 46 anos e mais de três décadas de carreira, Fernanda Rodrigues abre o jogo sobre os limites da interpretação ao fazer 'Eu Não Era Louca, Era Casada'
Fernanda Rodrigues volta às novelas no formato vertical e toca em um assunto delicado. Leia a entrevista com a atriz!
Aos 46 anos, Fernanda Rodrigues protagoniza "Eu Não Era Louca, Era Casada", novela vertical do Globoplay. Na trama, a atriz interpreta a galerista Beatriz, que sofre gaslighting e manipulação psicológica do marido, vivido por Ricardo Pereira. Apesar de nunca ter passado por essa violência na vida pessoal, a artista revelou que a intensidade das gravações exigiu grande entrega emocional, inspirando-se em pesquisas e relatos de pessoas próximas para retratar o tema com profundidade.
Fernanda Rodrigues está de volta às novelas em um formato diferente. Aos 46 anos e com uma carreira iniciada ainda na infância, a atriz protagoniza 'Eu Não Era Louca, Era Casada', novelinha vertical lançada no Globoplay nesta terça-feira, 6.
Na trama, ela vive a protagonista Beatriz, uma galerista bem-sucedida que sofre gaslighting, um tipo de manipulação psicológica silenciosa que faz a vítima questionar a própria percepção da realidade e até a própria sanidade.
O abuso é cometido pelo marido de Beatriz, Vítor, personagem de Ricardo Pereira, e coloca a personagem diante de uma situação que, segundo Fernanda, exigiu bastante entrega durante as gravações.
"Eu amo contar histórias que são importantes pras pessoas. Me senti fazendo uma coisa que sei fazer, mas de um jeito diferente. A gente foi buscando essas sutilezas, de falar um assunto tão importante, mas sem perder a profundidade. Foi um desafio, mas acho que estamos amparados", contou ela na coletiva virtual realizada nesta segunda-feira, 5, que contou com a presença do Purepeople.
Para construir Beatriz, Fernanda também buscou informações sobre mulheres que enfrentam esse tipo de violência psicológica.
"Eu convivo com pessoas inseridas com esse tipo de tema, então eu me inspirei em histórias que presenciei e vivenciei. Graças a Deus, nunca vivi isso, e li várias coisas sobre, fiz pesquisas em relação ao assunto."
Mesmo sem ter vivido pessoalmente uma situação semelhante, Fernanda reconhece que interpretar uma mulher submetid...
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