Candinho arruma acompanhante e Dita se revolta em 'Eta Mundo Melhor'
A fila vai andar? Candinho arruma acompanhante e Dita se revolta em 'Eta Mundo Melhor'; confira mais da trama das seis da Globo
A novela "Êta Mundo Melhor!", sequência do sucesso "Êta Mundo Bom!", que conquistou o público em 2016, prova que o otimismo do caipira Candinho continua como a força motriz da trama. A nova fase, no entanto, introduz reviravoltas e personagens que dão um toque de frescor à história. Uma dessas novidades é a evolução da personagem Dita, que agora ganha mais destaque e uma veia cômica que a transforma em uma das figuras mais cativantes da trama.
Na nova novela, a personagem de Jeniffer Nascimento, que já tinha participado do folhetim original, se vê em uma situação que é a cara do autor Walcyr Carrasco: um hilário mal-entendido. Dita é tomada por um ciúme avassalador ao ver seu amado Candinho (Sérgio Guizé) em um evento da Rádio Paraíso ao lado de uma "mulher" misteriosa. O que ela não sabe, e que causa uma cena cheia de embaraço, é que a acompanhante de Candinho é na verdade o professor Asdrúbal (Luís Miranda), disfarçado em sua busca por informações sobre o paradeiro do filho do protagonista.
A trama, que é um spin-off ou uma "continuação com novos ares" do folhetim original, mantém o tom leve e otimista, mas adiciona novas camadas aos personagens. Enquanto em "Êta Mundo Bom!" a história era focada na busca de Candinho por sua mãe, Anastácia (Eliane Giardini), "Êta Mundo Melhor!" centra a narrativa na procura por seu filho perdido.
A Dita gosta do Candinho?
A jornada de Dita, por sua vez, passa de um papel secundário para um enredo que explora a paixão e a vulnerabilidade da personagem. A cena do ciúme, que é um clássico dispositivo da comédia, se torna um veículo para mostrar a forte afeição de Dita por Candinho, algo que o público vinha esperando desde a primeira versão.
A química entre Jeniffer Nascimento e Sérgio Guizé é um dos pontos altos da novela, e a forma como a história de Dita é desenvolvida, usando o ciúme de forma leve, destaca a capacidade do autor de criar tramas que, mesmo com um toque de drama, ressoam com a alegria e a esperança. A cena do disfarce, um recurso frequente nas obras de Walcyr Carrasco, não só movimenta o enredo, como também reforça a ideia de que a verdade, por mais que demore, sempre vem à tona.
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