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'A Nobreza do Amor': Sem piedade, Jendal manda matar; veja quem

Vem aí na novela 'A Nobreza do Amor': Sem piedade, Jendal manda matar; veja quem na trama das seis

31 mar 2026 - 09h42
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Na novela "A Nobreza do Amor", exibida na faixa das seis da Globo, o vilão Jendal (interpretado por Lázaro Ramos) reafirma o seu estatuto de antagonista implacável ao elevar o nível de crueldade nas suas ações para manter o poder no reino de Batanga. O personagem, que já tinha demonstrado a sua falta de escrúpulos ao usurpar o trono do Rei Cayman II (Welket Bungué) através de um golpe de Estado apoiado por interesses ingleses, agora utiliza métodos bárbaros para eliminar aqueles que considera traidores ou obstáculos ao seu domínio absoluto.

A Nobreza do Amor
A Nobreza do Amor
Foto: Reprodução/TV Globo / Contigo

O ponto alto desta nova fase de maldade ocorre quando Jendal decide testar a lealdade do seu soldado, Dumi (Licínio Januário) no folhetim das 18 horas da Globo. Para provar que é inteiramente fiel ao novo regime, Dumi é forçado pelo tirano a executar Akin de uma forma aterradora: o soldado deve atirar o suposto traidor para dentro de um "poço de serpentes". Jendal faz questão de assistir ao desfecho, deleitando-se com o sofrimento da vítima, que morre lentamente sob o ataque dos répteis. Esta cena sublinha a faceta sádica do vilão, que não se contenta apenas com a morte dos seus inimigos, mas exige que esta ocorra com o "grau de crueldade máxima".

O que o malvado quer?

A obsessão de Jendal não termina na eliminação física dos rivais. Ele continua a perseguir incansavelmente a princesa Alika (Duda Santos), que fugiu para o Brasil. Em Batanga, o vilão mantém Omar (Rodrigo Simas) como prisioneiro, utilizando o rapaz como moeda de troca e submetendo-o a chantagens sombrias para descobrir o paradeiro da protagonista. A frieza de Jendal é tão acentuada que ele ignora até o estado de saúde crítico de Omar após um confronto, mantendo a pressão psicológica e física sem qualquer sinal de remorso.

Esta escalada de violência serve para consolidar a atmosfera de medo que Jendal impôs no reino da trama das seis. Ao utilizar métodos de execução medievais e tortura psicológica, o vilão deixa claro que não permitirá qualquer dissidência, transformando a busca pelo poder numa verdadeira carnificina que atravessa oceanos e ameaça o futuro da família real exilada.

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