Não é 'é que eu falo assim': é manipulação; é assim que se põe um freio na comunicação passivo-agressiva com uma única frase
Jogar aberto com uma conversa sincera é a melhor forma de você resolver problemas. Isso vale tanto para um relacionamento amoroso, como em qualquer outra situação.
Tanto nos relacionamentos da vida real, como naqueles retratados pela teledramaturgia, existem indivíduos com diversos comportamentos e formas de comunicação distintas.
Dentre elas, é possível destacar os estilos passivo, agressivo, passivo-agressivo e assertivo, como salientou a psicóloga Mamen Jiménez.
Em um cenário ideal, todos os seres humanos deveriam ser capazes de se comunicar assertivamente em todos os âmbitos da vida, porém isso nem sempre acontece.
Lembra do relacionamento cheio de interesses entre Maria de Fátima (Bela Campos) e César (Cauã Reymond) em "Vale Tudo"?
Outro exemplo recorrente diz respeito à relação movida por tensões, traições e ironias, que existia entre Carminha (Adriana Esteves) e Tufão (Murilo Benício), em "Avenida Brasil".
Dessa forma, compreendemos que um dos estilos mais complicados é o passivo-agressivo. Se o casal insistir, pode até levar o relacionamento às ruínas.
Como identificar o comportamento passivo-agressivo?
Geralmente, esse tipo de atitude passivo-agressiva refere-se a "um padrão de expressar sentimentos negativos indiretamente, em vez de abordá-los abertamente. Existe uma desconexão entre o que a pessoa mostra, e aquilo que ela faz", ressaltou a Clínica Mayo.
Se você olhar em volta, na sua casa, ou nos relacionamentos dos seus amigos, quando alguém pergunta: "O que houve?", e o outro logo responde "Nada", ainda irritado, as coisas não parecem bacanas. Sentimentos de raiva ou irritação permeiam a situação, mas a pessoa não quer deixar cl...
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