Mulher ataca repórter da Record e tenta arrancar microfone durante gravação em SP; veja vídeo
Jornalista Guilherme Gonçalves foi hostilizado em Rifaina sob acusação de invasão de propriedade; equipe estava em área pública
O repórter Guilherme Gonçalves, da Record, foi agredido por uma suposta parente do pecuarista João Roberto Bolelli enquanto cobria a morte dele em Rifaina (SP). A mulher tentou arrancar o microfone do jornalista alegando invasão de propriedade, o que foi contestado. Bolelli estava foragido após ser apontado como o assassino da ex-namorada, Priscila Lacerda, e seu corpo foi achado na fazenda onde vivia. A polícia apura se a morte do fazendeiro foi homicídio por retaliação, suicídio ou mal súbito.
O repórter Guilherme Gonçalves, da Record, foi agredido durante uma reportagem exibida no Cidade Alerta. O jornalista fazia a cobertura da morte do pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos, quando uma mulher partiu para cima dele e tentou arrancar o microfone da emissora de suas mãos.
A confusão aconteceu em uma estrada próxima à propriedade rural onde o fazendeiro vivia, em Rifaina, no interior de São Paulo. A mulher, apontada como suposta parente do pecuarista, acusou a equipe de invadir uma área particular. Segundo as informações divulgadas sobre o episódio, no entanto, os profissionais estavam fora dos limites da fazenda.
Procurada pelo Estadão, a Record não se manifestou sobre a agressão ao funcionário. O espaço permanece aberto.
ATENÇÃO: Repórter da Record é AGREDIDO durante gravação de reportagem no interior de São Paulo. #CidadeAlerta pic.twitter.com/wqtxWOX7X1
— Brenno Moura (@brenno__moura) November 3, 2026
Pecuarista era suspeito de matar ex-namorada
João Roberto Bolelli estava foragido havia cinco dias, desde que passou a ser procurado pela polícia por suspeita de matar a tiros a ex-namorada, Priscila Lacerda, de 24 anos. O corpo do pecuarista foi encontrado na propriedade onde ele morava, após o genro perceber um cheiro forte vindo de uma área de mata e localizar o cadáver.
A polícia trabalha com três hipóteses para a morte: homicídio, possivelmente em retaliação ao assassinato de Priscila; suicídio; ou mal súbito, diante dos problemas de saúde que Bolelli enfrentava. Até o momento, não há uma conclusão sobre as circunstâncias da morte.
Priscila era videomaker e morava em Perdizes, em Minas Gerais. Ela foi até Rifaina acompanhada do irmão e de uma amiga para devolver uma caminhonete emprestada pelo pecuarista. De acordo com relatos de testemunhas, ele não teria aceitado o fim do relacionamento. A discussão também teria sido motivada pela suspeita de a jovem estar envolvida com outra pessoa.
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