Monark perdeu contrato de R$ 300 mil por criticar bebida
Episódio relatado no Flow revela que o podcaster sempre esteve disposto a pagar o preço por polemizar
“Quando você está sendo inautêntico para conquistar algo, eu acho um erro”, refletiu Bruno Aiub, o Monark, em uma conversa com o youtuber Thiago Nigro, o ‘Primo Rico’, no podcast Flow, em 2021.
“O que você ganha sem ser você, na minha visão, não é válido. Não é o que eu quero para mim”, insistiu o apresentador, desligado do podcast após polemizar ao defender a existência de um partido nazista no Brasil e o direito de qualquer cidadão ser anti-judeu.
“Se eu tiver que ser pobre, foda-se. Vou ser pobre. Só quero falar o que penso. Não quero vestir um personagem”, disse. Na sequência, seu então parceiro de Flow, Igor 3K, relatou um episódio ilustrativo sobre a personalidade de Monark.
“Ele teve a oportunidade de fechar um ‘bagulho’ com a Coca-Cola, na época, de R$ 300 mil. Ele só tinha que falar bem da Coca. E aí ele falou: ‘mas essa porra faz mal, açúcar pra c*aralho’. O que aconteceu? Se fodeu.”
Após deixar o Flow, na sequência da reprovação pública por suas declarações e da debandada de patrocinadores do podcast, Monark tentou reativar seu canal pessoal no YouTube, com mais de 3 milhões de seguidores. A plataforma informou que ele está proibido de monetizar vídeos e usar a conta de terceiros para gerar receitas com conteúdo.
“Estou sofrendo perseguição política”, reclamou o podcaster. Dias atrás, ele postou em sua página no Instagram uma foto na qual aparece deitado em uma rede. “Curtindo minhas férias forçadas de cancelamento”, escreveu.
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