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"Namorei com homem, mulher, mas jamais tive algo com Giane"

Theodoro Cochrane fala abertamente de fofoca execrável que envolvia sua mãe, Marília Gabriela, e o então marido dela, Reynaldo Gianecchini

6 abr 2019
12h55
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Theodoro Cochrane interpreta um gay livre de estereótipos na novela das 21h da Globo
Theodoro Cochrane interpreta um gay livre de estereótipos na novela das 21h da Globo
Foto: Renato Rocha Miranda/TV Globo / Divulgação

Multitalentoso, o ator Theodoro Cochrane merece muito mais do que notas e matérias a respeito de sua vida íntima.

Na pele do enigmático Adamastor de O Sétimo Guardião, ele consolida espaço na teledramaturgia.

Antes disso, já era respeitado por suas criações como cenógrafo e figurinista.

Mas uma fofoca o persegue há anos e, de certa maneira, faz sombra ao seu trabalho.

A mentira: no início dos anos 2000, a mãe dele, a jornalista Marília Gabriela, teria assumido em público o relacionamento com Reynaldo Gianecchini tão somente para encobrir o namoro de Theodoro com o então novo galã da Globo.

Uma calúnia baseada, obviamente, na inveja. Muitas pessoas não aceitavam a veracidade da paixão da apresentadora com Giane – inúmeros outros boatos foram lançados na tentativa de ferir a felicidade do casal.

Naquele período, a revista Contigo! ecoou alguns rumores. Certa vez, Gabi entrou na redação e, irônica, perguntou: "quando é que vocês vão conseguir me separar do Giane?"

Ao mesmo tempo, a tal fofoca desrespeitou a privacidade de Theodoro por meio de especulações sobre sua preferência sexual.

Na época, ele nem era uma figura pública. Mesmo que o fosse, não poderia ser exposto daquela maneira.

Em depoimento ao repórter Leandro Nomura na edição desta semana da revista Veja, Cochrane faz uma espécie de desabafo.

"Dizem até hoje que o casamento deles era para acobertar uma relação minha com ele. Namorei mulheres e homens. Transei com mulher, com homem. Já me relacionei com homem feio, com bonito, com gente burra, inteligente. Mas jamais tive algo com o Giane".

Ainda na coluna Primeira Pessoa da publicação da Editora Abril, o ator revela ser importunado até hoje com o assunto. 

"Há desavisados que vêm me perguntar", conta. "Já bati muita boca, agora eu viro a cara e saio andando. Essa história ofende a mim, ao Giane e à minha mãe".

Tomara que, daqui em diante, o ator não se sinta obrigado a falar novamente dessa trama detestável.

No mesmo texto, Theodoro Cochrane faz um balanço positivo do momento da carreira e analisa com coerência (e certa dose de desalento) a necessidade de se expor nas redes sociais na expectativa de atrair novos trabalhos.

"Querem só ver cofrinho, sovaco, mamilo", reclama, com absoluta razão.

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