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A psicologia revela: a forma mais solitária de amor não é não ser amado, mas ser adorado por uma versão de si mesmo que você representa há tanto tempo que o seu verdadeiro eu começou a se sentir impostor

Sabe quando nos deparamos com aquela pessoa que aparenta ser perfeita, amada por todos, mas na verdade, ela não é quem realmente diz ser? Entenda mais detalhes a seguir:

26 mar 2026 - 09h12
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Foto para ilustrar a matéria com a personagem de Carminha, interpretada por Adriana Esteves, na novela ‘Avenida Brasil’.
Foto para ilustrar a matéria com a personagem de Carminha, interpretada por Adriana Esteves, na novela ‘Avenida Brasil’.
Foto: Reprodução/TV Globo / Purepeople

Sabe quando você se olha no espelho, e mesmo sendo amada por todos, parece que algo está errado? Ou quando diz ser uma coisa para quem está à sua volta, mas na verdade você é outra completamente diferente?

No universo da ficção, várias obras de sucesso, tanto em filmes como em novelas, já trouxeram essa temática à tona. Uma delas foi "Avenida Brasil" (2012), que chega em breve ao "Vale a Pena Ver de Novo", e vai ganhar uma continuação na Globo.

Sendo este um dos maiores sucessos da emissora, revelou vários personagens icônicos da teledramaturgia. Dentre eles está Rita/Nina, vivida pela atriz Débora Falabella, e a megera Carminha, interpretada por Adriana Esteves, dona de uma bela mansão no Rio de Janeiro.

Pensando nessa personagem "duas caras", Carminha mostrava ser uma persona íntegra e religiosa para os outros, quando na verdade, a sua verdadeira face era muito cruel. Quem estava à sua volta nutria profunda admiração por aquilo que ela dizia ser, e não por aquilo que ela verdadeiramente era, em sua essência.

Analisando a situação, quando a pessoa está acostumada a se portar dessa forma, repleta de fingimentos, acaba esquecendo de quando está atuando, ou sendo ela mesma, pois se distancia cada vez mais do seu "eu verdadeiro".

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