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Sobrevivente do metanol volta para casa e desabafa: 'Me envenenaram'

Após sr intoxicada pelo Metanol, perder a visão e ficar em estado grave, Radharani Telles fala sobre as graves consequências

13 out 2025 - 09h00
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O que era para ser uma noite de celebração se tornou o início de um drama devastador. A designer de interiores Radharani Domingos foi vítima de uma grave intoxicação por metanol após consumir apenas três caipirinhas em um bar de São Paulo.

Radharani, vítima do metanol
Radharani, vítima do metanol
Foto: Reprodução/Fantástico / Contigo

Em conversa com o Fantástico, ela revelou que os sintomas se manifestaram de forma abrupta e assustadora. "Acordei passando mal. Eu achava que ia ver minhas paredes, mas só tateava", relata Radharani. A irmã, Lalita Domingos, testemunhou a rápida deterioração: "Ela estava desorientada, com a visão turva e vomitando o tempo inteiro".

Vale destacar que a intoxicação só foi confirmada após descartar as suspeitas iniciais, de que poderia ser um mal-estar comum, burnout, ataque de pânico e, até mesmo, Acidente Vascular Cerebral (AVC).

A presença da substância tóxica só foi cogitada e detectada após o agravamento do estado de saúde da paciente. O metanol, um álcool industrial com alto poder tóxico, levou a uma consequência irreversível: a cegueira.

Diagnóstico e recuperação

Apesar do diagnóstico de perda visual permanente, Radharani iniciou um tratamento alternativo, ainda em estudo e sem comprovação científica robusta, mas que se baseia em protocolos de emergência de outros países.

Enquanto luta contra o prognóstico, a designer enfrenta o árduo processo de adaptação à cegueira e, também, está reaprendendo tarefas que antes eram automáticas. "Coisas que eram automáticas agora exigem aceitação", desabafa a vítima sobre o desafio de tomar banho ou preparar um simples café.

"A revolta nesse momento é tentar entender por que estão adulterando a bebida. Me envenenaram e estão envenenando outras pessoas. É revoltante você pedir caipirinha e tomar metanol", afirma a designer. Em seguida, ela refletiu sobre a experiência traumática: "Você perdeu um dos seus sentidos. Mas podia ter perdido tudo. É realmente a noção da sobrevivência, a gratidão de estar viva".

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