Rodrigo Faro vira alvo de nova ação após propaganda para empresa
Imagem do apresentador novamente ligada a polêmica com empresa de soluções financeiras, reacendendo debate sobre responsabilidade de influenciadores e celebridades
Rodrigo Faro e a empresa Triê Soluções Financeiras foram acionados na Justiça de SP por propaganda enganosa. Aposentada que contratou os serviços de redução de juros motivada pelo apresentador afirma não ter recebido o suporte prometido, acumulando dívida superior a R$ 90 mil e tendo o nome negativado. A ação pede cerca de R$ 31 mil em indenizações e restituições, destacando que o comunicador já possui condenação anterior semelhante envolvendo a mesma companhia.
Mais uma vez, o nome de Rodrigo Faro emerge no epicentro de uma disputa judicial que balança os alicerces da credibilidade no universo da publicidade. O apresentador, figura onipresente na televisão brasileira, encontra-se novamente envolvido em um processo que o acusa de propaganda enganosa, reacendendo um debate crucial sobre a responsabilidade de celebridades que emprestam sua imagem a marcas.
As informações são da colunista Fábia Oliveira, do site Metrópoles.
Este novo episódio, que se desenrola no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, teve seu pontapé inicial em 14 de agosto, e já promete movimentar os corredores jurídicos e as discussões nas redes sociais.
A Teia Financeira e o Papel da Fama
A trama se adensa com a ação movida por Edenilda Pinheiro dos Santos, uma aposentada que direcionou suas queixas não apenas contra Rodrigo Faro, mas também contra a Triê Soluções Financeiras. Segundo os autos do processo, a idosa relata ter buscado os serviços da Triê, atraída pela promessa de redução de juros abusivos em um contrato de financiamento automotivo.
Contudo, a experiência se transformou em um pesadelo: os serviços contratados, segundo ela, não foram executados. A Triê teria falhado em efetuar os pagamentos ao banco credor, resultando na negativação do nome de Edenilda no Serasa e na acumulação de uma dívida que ultrapassa os R$ 90 mil, colocando o veículo em risco iminente de perda.
O cerne da indignação de Edenilda reside na influência exercida por Rodrigo Faro. A aposentada declara que sua decisão de contratar a Triê foi diretamente impulsionada pela figura do apresentador, que atuava como garoto-propaganda da empresa. Em suas palavras, a imagem e a credibilidade de Faro foram elementos decisivos, contribuindo para a captação de consumidores que, como ela, se encontravam em posição de vulnerabilidade.
A acusação é clara: Rodrigo Faro teria veiculado uma propaganda enganosa e abusiva, induzindo-a a um erro que a fez "cair no mesmo golpe" sofrido por outros consumidores lesados.
Precedentes e Pedidos de Justiça
A história se repete, e a aposentada faz questão de frisar um detalhe crucial: esta não é a primeira vez que Rodrigo Faro se vê diante de uma situação análoga. Ela destaca que o comunicador já foi condenado em um processo similar, que resultou na obrigação de indenizar outra consumidora por danos decorrentes de uma publicidade da Triê, à época já reconhecida judicialmente como enganosa.
Diante do cenário, Edenilda Pinheiro dos Santos clama por justiça. Seus pedidos incluem a condenação dos réus para que restituam, em dobro, os valores pagos pelos serviços que não foram entregues, além de uma indenização por danos morais. O montante total reivindicado gira em torno de R$ 31 mil.
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