Venda de CDs tem alta de quase 60% e surpreende mercado fonográfico dos EUA
Receita do formato cresceu 58,6% no primeiro semestre de 2026, impulsionada por lançamentos colecionáveis e pelo K-Pop
Surpreendendo o mercado fonográfico, as vendas de CDs nos Estados Unidos registraram alta de 58,6% no primeiro semestre de 2026, atingindo R$ 872,3 milhões contra R$ 549,6 milhões no mesmo período de 2025. Segundo a RIAA, o formato antes visto como obsoleto teve o maior avanço percentual entre as categorias de música gravada, superando inclusive o desempenho do vinil, tradicional líder da retomada da mídia física.
Durante anos, o CD parecia condenado a ocupar um lugar cada vez mais distante na indústria da música. Substituído pelo MP3 e, mais tarde, pelo streaming, o formato passou a ser associado a uma era anterior do consumo musical, sobrevivendo sobretudo entre colecionadores e fãs mais nostálgicos.
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Entretanto, os números mais recentes do mercado americano indicam que a história pode tomar outro rumo. Segundo a Consequence, a receita gerada pelos CDs nos Estados Unidos cresceu 58,6% no primeiro semestre de 2026, alcançando R$872,3 milhões, segundo o relatório semestral da Recording Industry Association of America (RIAA). No mesmo período de 2025, o formato havia movimentado cerca de R$549,6 milhões.
O avanço foi o maior, em termos percentuais, entre todas as categorias de música gravada destacadas pela entidade. O resultado chama atenção principalmente quando comparado ao desempenho do vinil, que há anos lidera a retomada dos formatos físicos.
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