Primeiro álbum solo de Michael Stipe, ex-R.E.M., deve finalmente ver a luz do dia
Ex-vocalista do R.E.M. prometeu o primeiro single para o início de 2027 e definiu uma data de lançamento para o seu disco de estreia
Michael Stipe, ex-vocalista do R.E.M., definiu o cronograma para seu aguardado primeiro álbum solo. O projeto terá um single de estreia lançado logo no início do ano novo, seguido pelo disco completo, previsto para maio de 2027. Com produção de nomes como Andrew Watt e Andy LeMaster, o trabalho não abordará temas da atualidade de forma direta, mas trará uma carga política intrínseca à história e ao ativismo do artista, que priorizou o instinto criativo durante as gravações.
O primeiro álbum solo de Michael Stipe, ex-vocalista do R.E.M., deve finalmente ver a luz do dia. Sem pressa para o lançamento, como afirmou em entrevista à New York Times Magazine em 2023, o artista bateu o martelo e, em uma conversa recente com o LA Times, revelou que já tem datas para os lançamentos do primeiro single e o tão aguardando primeiro disco.
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"Cinco segundos após o início do ano novo, haverá uma música inédita, acompanhada de um vídeo que prepara o terreno para o álbum", afirmou. Ele ainda disse que o seu disco de estreia, que ainda não tem título definido, deve ser lançado apenas cinco meses depois do primeiro single, em maio de 2027.
Para a sua estreia solo, Stipe está trabalhando com os renomados produtores musicais Andrew Watt, que recentemente trabalhou com os Rolling Stones, e Andy LeMaster, entre outros. "Andy e eu estamos no estúdio há três dias, mixando algumas das músicas em que trabalhamos juntos", disse. "Acho que o restante deve ser uma pequena surpresa."
O artista ainda disse que não está trabalhando em um álbum político, "focado em questões da atualidade", mas não consegue fugir de sua "reputação como ativista e o tipo de canção que escrevi no passado com minha antiga banda":
"Eu estava conversando com alguém sobre o disco durante um jantar — a pessoa não tinha ouvido uma nota sequer — e me perguntou: 'É político?'. Eu respondi: 'Não, de jeito nenhum'", relembrou. "Depois, acrescentei: 'Na verdade, pelo simples fato de ser eu — considerando meu lugar na cultura pop, minha reputação como ativista e o tipo de canção que escrevi no passado com minha antiga banda —, é algo profundamente, profundamente político'. Mas não é um trabalho focado em questões da atualidade. A música é um meio muito poderoso; neste momento, estou seguindo meu instinto acima de qualquer outra coisa, tanto em relação ao que sinto que preciso da música quanto ao que sinto que posso oferecer."
FONTE: Pitchfork
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