Por que Boy George prefere compor músicas com IA em vez de humanos
Ícone do pop e líder do Culture Club, astro revela como a tecnologia elimina a insegurança e o ego durante as sessões de estúdio
Ícone do pop dos anos 1980 e líder da banda Culture Club, Boy George revelou recentemente ser um entusiasta fervoroso da Inteligência Artificial (IA) na composição musical.
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Em uma entrevista ao podcast Happy Place, apresentado por Fearne Cotton, o cantor de 64 anos explicou por que a tecnologia se tornou sua colaboradora favorita. Ele chegou a afirmar que já escreveu cerca de cinco álbuns de estúdio (não necessariamente lançados) com o auxílio de ferramentas de IA.
Para George, o grande atrativo não está apenas na eficiência da ferramenta tecnológica, mas na liberdade criativa e na ausência de julgamento humano durante o processo.
Ele reflete a respeito (transcrição via Music Radar):
"Você não está trabalhando com mais ninguém. Não precisa se preocupar nem por um segundo com o que eles pensam."
Enquanto nomes como Elton John e Paul McCartney expressam cautela ou oposição ao avanço da IA na arte, Boy George adota uma postura pragmática. Ele comenta:
"Tenho conversas fantásticas com o ChatGPT. E digo: 'Nossa, essas letras são horríveis. Não é isso que eu diria.' Sabe o que quero dizer? Mas, na verdade, dá para treiná-lo."
Boy George usou IA em novo álbum?
Famoso por hits como "Karma Chameleon" e "Do You Really Want to Hurt Me", Boy George não revelou, porém, se seu último álbum lançado, SE18 (2025), foi criado com ajuda de IA. Curiosamente, o disco saiu apenas em formato físico - vinil e CD - e não está disponível por streaming.