O novo 'boardroom': alta liderança troca escritórios da Faria Lima pelo campo de golfe para construir alianças
Valestrá reune CEOs e CFOs em uma experiência que reforça o poder do relacionamento estratégico fora do ambiente corporativo.
A alta liderança brasileira tem trocado as salas da Faria Lima pelo campo de golfe para construir alianças estratégicas e networking de alto nível. Um exemplo foi o tradicional Torneio do Porco, em Itu, apoiado pela Valestrá, que reuniu CEOs e conselheiros. Para a presidente Keila Biazon, o esporte compartilha fundamentos da gestão empresarial, como resiliência e cálculo de riscos, permitindo desacelerar a rotina para criar confiança e laços sólidos, longe da urgência de transações imediatas.
O ritmo frenético das agendas executivas tem provocado uma mudança na forma como a alta liderança brasileira constrói seu networking. Longe das salas de reunião espelhadas e da urgência que dita o compasso no eixo da Faria Lima, os executivos estão redescobrindo o valor do tempo e da desconexão estratégica.
🎧 Do universo de fã ao universo da música: tudo que você ama em um só lugar. Siga @terrasonora
Nesse cenário, o campo de golfe tem se consolidado como o ambiente definitivo para o relacionamento corporativo de alto nível.
Essa dinâmica de mercado ganhou vida no último fim de semana, durante o tradicional Torneio do Porco, realizado no prestigiado Terras de São José Golfe Clube, em Itu (SP). O evento reuniu um seleto grupo de CEOs, CFOs e membros de conselho a convite da Valestrá, ecossistema de soluções empresariais que apoiou a competição e promoveu uma experiência focada na troca de ideias e fortalecimento de laços.
Para Keila Biazon, presidente da Valestrá, a iniciativa reflete uma nova maturidade nas relações de negócios. O foco deixa de ser a transação imediata e passa a ser a construção de alianças baseadas em confiança.
"O ativo mais escasso para um executivo hoje é o tempo. No dia a dia do escritório, as conversas são invariavelmente pautadas por urgências e relógios apertados. Quando levamos nossos parceiros e clientes para o campo de golfe, estamos oferecendo a oportunidade de uma convivência genuína. É o momento de trocar experiências de mercado, discutir legados e construir confiança com leveza.
É sobre relacionamento legítimo, não sobre fechar um contrato no buraco 18", explica a presidente.
A conexão entre o golfe e o mundo corporativo não é acidental. O esporte compartilha fundamentos essenciais com a gestão de grandes negócios: exige estratégia, resiliência, cálculo de riscos, visão de longo prazo e precisão cirúrgica.
Ao fomentar encontros nesse formato, a marca se posiciona não apenas como uma assessoria empresarial, mas como uma parceira de longo prazo que caminha lado a lado com os tomadores de decisão — tanto nos desafios estruturais das companhias quanto nos momentos que celebram as grandes vitórias.
"As melhores ideias e as parcerias mais sólidas nascem em ambientes onde as pessoas se sentem à vontade para baixar a guarda corporativa. O golfe proporciona exatamente isso: uma caminhada longa, desafiadora, mas extremamente recompensadora. É exatamente assim que enxergamos a nossa relação com cada cliente", conclui Keila Biazon.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.