Produtor do Charlie Brown Jr. revela segredos de gravação em resposta a Rick Bonadio
Adotando tom diplomático, Tadeu Patolla revelou que primeiros discos do grupo de Chorão usaram simuladores e não amplificadores reais
O debate entre o uso de amplificadores valvulados e simuladores digitais agitou o rock nacional após Rick Bonadio defender o purismo analógico no Starling Cast, criticando a tecnologia digital e desafiando músicos ao citar o peso dos álbuns do Charlie Brown Jr. Em resposta, o produtor Tadeu Patolla surpreendeu ao revelar que a sonoridade pesada dos primeiros discos da banda foi, na realidade, criada a partir de softwares digitais, desmistificando o tradicional dogma dos equipamentos reais de estúdio.
A discussão sobre o uso de amplificadores valvulados versus simuladores digitais ganhou um capítulo surpreendente na história do Rock nacional.
O que começou como uma defesa ferrenha do purismo analógico por parte de Rick Bonadio no Starling Cast #301 se transformou em um embate de bastidores após o produtor Tadeu Patolla vir a público revelar que o icônico "som de peso" dos primeiros discos do Charlie Brown Jr. nasceu, na verdade, de um software digital.
Durante sua entrevista ao guitarrista Mateus Starling, Rick criticou duramente as tecnologias modernas digitais. Ao defender que o verdadeiro peso de uma banda só é alcançado com equipamentos reais no estúdio, Bonadio lançou um desafio direto aos músicos da internet. Citando os discos Imunidade Musical (2005) e Camisa 10 Joga Bola Até na Chuva (2009), ele afirmou:
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