Do Triângulo Mineiro para o Mundo: Black Pantera analisa a responsabilidade de abrir para o KoRn
Em entrevista para o TMDQA!, banda reflete momento da carreira e detalha o que podemos esperar de show no Allianz Parque
Se o metal nacional fosse um organismo vivo, o coração bateria em Uberaba e os pulmões respirariam a fúria das ruas. Para o Black Pantera, a caminhada que começou no Triângulo Mineiro em 2014 continua a atingir picos cada vez mais altos em 2026: o trio não apenas atravessou as fronteiras de Minas, mas agora se prepara para incendiar o Allianz Parque antes da tempestade sonora chamada Korn.
O TMDQA! conversou com Charles Gama, Chaene da Gama e Rodrigo "Pancho" Augusto sobre o peso de carregar a bandeira do "afropunk-metal" brasileiro para um estádio lotado e como é receber o aval de ícones como Jonathan Davis.
Mais do que um show de abertura, o papo revelou uma banda que utiliza a distorção como ferramenta de letramento racial e a ancestralidade como combustível para o mosh. Pronto para entender por que o Black Pantera é a banda mais necessária do país hoje?
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