Com R$ 680 milhões em Paris, Céline Dion supera recorde do U2
A estrela canadense arrecadou média de US$ 7,8 milhões por show em Paris e ultrapassou marca obtida pelo U2 em Las Vegas.
Em seu retorno aos palcos após tratar a Síndrome da Pessoa Rígida, Céline Dion bateu recorde histórico com a temporada "Celine Dion Paris". A cantora canadense faturou US$ 125,5 milhões (cerca de R$ 680 milhões) e reuniu 539 mil pessoas em 16 shows na Plenitude Arena. Com uma média de US$ 7,8 milhões por noite, ela superou a marca anterior da banda U2 no Sphere de Las Vegas, tornando-se a dona da maior arrecadação média por apresentação já registrada em uma residência musical pelo Billboard Boxscore.
O retorno triunfal de Celine Dion aos palcos consagrou uma nova marca histórica no mercado de shows ao vivo. Com a temporada Celine Dion Paris, sediada na Plenitude Arena, na França, a estrela canadense faturou US$ 125,5 milhões (aproximadamente R$ 680 milhões) ao longo de 16 concertos promovidos entre os meses de setembro e outubro.
Os dados reportados ao Billboard Boxscore revelam que a cantora vendeu 539 mil ingressos no total da série. Com esses resultados, Celine Dion assegurou a maior média de arrecadação por noite já registrada em uma residência musical: US$ 7,8 milhões (cerca de R$ 42 milhões) por apresentação. O índice superou o recorde do U2, que havia computado uma média de US$ 6,1 milhões por data durante sua passagem pelo espaço Sphere, situado em Las Vegas.
Público recorde e parâmetros de bilheteria
700 pessoas por apresentação. 600 bilhetes comercializados por data.
As apresentações em Paris simbolizam a retomada da artista aos grandes palcos após problemas de saúde. Em 2023, Celine Dion cancelou a turnê Courage World Tour devido ao diagnóstico de Síndrome da Pessoa Rígida. O giro mundial já havia sido interrompido em março de 2020 pela pandemia de COVID-19, fase na qual já acumulava mais de US$ 100 milhões em faturamento.
De acordo com as regras adotadas pela Billboard, uma residência musical é caracterizada por pelo menos dez shows cumpridos em um mesmo local fixo. Sob essa definição técnica, paradas estendidas integradas a turnês mundiais regulares — como as datas de Harry Styles no Madison Square Garden ou as performances de Shakira em Madri — não entram na contabilização do formato.
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