Loyle Carner fala ao TMDQA! sobre a estreia no Brasil: "descobri a música brasileira através do Rap"
Em entrevista exclusiva, rapper britânico conta como os japoneses do toe o convenceram a vir ao país, explica por que os shows pequenos o assustam mais que os festivais e lembra a camisa da Seleção que usou no Reading
Em entrevista sobre sua estreia no Brasil, o rapper britânico Loyle Carner reflete sobre sua trajetória marcada por temas como paternidade, luto e identidade, com forte influência de jazz e soul. Dono de álbuns aclamados e indicado duas vezes ao Mercury Prize por "Yesterday's Gone" e "hugo", o artista lançou em 2025 o disco "hopefully !", projeto centrado na infância e na paternidade que expande sua sonoridade ao incorporar guitarras e referências do rock alternativo contemporâneo.
Nascido Benjamin Coyle-Larner em 1994, no sul de Londres, Loyle Carner construiu uma discografia única. Em suas composições, temas como luto, paternidade, identidade e saúde mental aparecem sem disfarce, sempre sobre bases que bebem do Jazz e do Soul para desaguar em um resultado único.
A estreia Yesterday's Gone (2017) rendeu ao britânico a primeira indicação ao Mercury Prize; depois, Not Waving, But Drowning (2019) consolidou o nome dele no Reino Unido. Em 2022, hugo propôs um mergulho na questão racial e na relação com o pai, e voltou a figurar entre os finalistas do prêmio considerado um dos mais importantes da música britânica.
Agora, o quarto álbum hopefully !, que saiu em 20 de junho de 2025 pela Island EMI, abriu outra frente: escrito em torno da paternidade e da infância, com a capa colorida pelo filho do rapper, o disco incorpora guitarras e referências de rock alternativo que ele próprio associou a nomes como Fontaines D.C. e Big Thief.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.