Estudo mostra que ouvir música regularmente reduz o risco de demência em quase 40%
Assunto voltou à tona após o cantor Tony Christie receber recomendação de seus médicos para continuar em contato com a música por conta do diagnóstico de demência
Estudos indicam que ouvir música regularmente reduz em quase 40% o risco de demência, estimulando a cognição e preservando memórias. Um exemplo real desse impacto é o cantor britânico Tony Christie, de 83 anos, diagnosticado com a condição em 2023. Seguindo forte recomendação médica para manter o contato com a arte como forma de tratamento, o artista desistiu de se aposentar e já planeja mais três anos de apresentações ao vivo.
Estudos indicam que a música pode ocupar um papel importante na vida de pessoas que convivem com demência, tanto pela relação com memórias quanto pela possibilidade de estimular diferentes funções cognitivas.
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Para Tony Christie, cantor britânico conhecido pelo sucesso "(Is This The Way To) Amarillo", essa relação ganhou um significado ainda mais pessoal após o diagnóstico recebido em 2023.
Aos 83 anos, Christie contou à Press Association (via Independent) que seus médicos recomendaram fortemente que ele continuasse em contato com a música após o diagnóstico. O artista, que inicialmente planejava encerrar a carreira após sua turnê de despedida em maio do próximo ano, já tem cerca de três anos de shows agendados:
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