Entre dados e experiência: como Som Livre e Fanfirst pensam o superfã brasileiro
Em entrevista, executivas da Som Livre e o fundador da Fanfirst contam um pouco da suas experiências com superfãs
O mercado musical brasileiro busca engajar o superfã unindo dados e experiências exclusivas. Enquanto a Som Livre utiliza a plataforma global Fansifter para orientar ações com nomes como Ryu, The Runner e Vulgo FK, a Fanfirst aposta no relacionamento direto entre público e artista para eliminar intermediários. Executivos de ambas as frentes mostram que o foco do setor é transformar a admiração em vivência contínua por meio de tecnologia e estratégias de marketing de engajamento direcionadas.
Uma corrida na Lagoa Rodrigo de Freitas com after party. Um encontro intimista onde os fãs presenteiam o próprio artista. Uma plataforma nascida em 2026 para tirar intermediários do caminho entre quem canta e quem escuta. São formatos diferentes, mas todos giram em torno da mesma pergunta que hoje movimenta o mercado da música brasileira: como transformar quem já ama um artista em alguém que vive esse amor todos os dias?
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Na Som Livre, a resposta passa por dados - mais especificamente pela plataforma global Fansifter, da Sony, orientando ações como as feitas com Ryu, The Runner, Yago Oproprio e Vulgo FK. Na Fanfirst, plataforma brasileira de relacionamento direct-to-fan, a resposta passa por encurtar a distância entre artista e público sem depender de outras estruturas.
Para entender como essas duas visões se cruzam, conversamos com Daniela Barcellos, gerente sênior de Marketing Digital e head de Fan Engagement e Mídia da Som Livre; Fernanda Souza, coordenadora de Label Marketing da gravadora, responsável por campanhas como as citadas acima; e Bruno Martins, fundador do Fanfirst e da Shake Music.
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