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Em novo CD do She & Him, atriz mostra que não é amadora

30 mar 2010 - 11h04
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Em sua principal ocupação, Zooey Deschanel em geral não faz continuações. Uma atriz de cinema com um apelo delicado e despretencioso, sua marca está fora do alcance dos filmes de franquia dos grandes estúdios. (Sim, ela participou de Um Duende em Nova York, mas aparentemente não haverá Um Duende em Nova York 2).

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Mas Deschanel abraçou essa ideia em sua carreira musical: Volume One foi o título de seu álbum de estreia apaziguador e cativante de 2008, produzido com M. Ward, sob o disfarce de She & Him. Uma sequência estava implicitamente garantida.

E agora que Volume Two chegou, talvez seja a hora de parar de descrever Deschanel como uma das mais bem-sucedidas atrizes que se tornaram cantoras recentemente, uma avaliação que se defende de julgamentos ao diminuir o nível de expectativa. O novo álbum prova novamente que ela não é uma amadora. Também prova mais uma vez que ela e Ward, seu produtor, compartilham ideais similares. (Ele viaja nos mesmos círculos de Ben Gibbard, da banda Death Cab for Cutie; ela se casou com Gibbard em setembro.) O álbum é jovial, mas robusto, impecavelmente estilizado.

Ele também é muito mais calculado do que Volume One, que tinha um toque de pop vintage e música country com um ar afetuosamente alusivo. As novas músicas, com exceção de duas de Deschanel, exibem a satisfação reverberante do pastiche, evocando a tranquilidade de verão do pop alegre ou a doçura concisa das criações de Brill Building.

E as versões - Ridin' in My Car, música de 1977 da banda NRBQ, e Gonna Get Along Without You Now, sucesso dos anos 1950 das irmãs Patience e Prudence - sugerem estudos nostálgicos, amáveis, mas sem graça.

O ponto no qual Volume Two tem mesmo êxito é na tensão entre som e sentimento. Deschanel solta sua voz de mel de modo habilidoso, num canto suave em Me and You ("Você precisa ser gentil consigo") e mais ousado em Over It Over Again ("Fugir de você é como administrar um negócio"). O ocasional mistério em sua interpretação é uma coisa boa, como ela parece saber: "E o mundo é como uma ciência, e eu sou como um segredo", ela canta em Lingering Still, vendendo a ideia.

Foto: Getty Images
The New York Times
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