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Dinho, do Mamonas Assassinas, completaria 54 anos; cantor foi animador de comícios antes de sucesso

Cantor que marcou como vocalista do grupo Mamonas Assassinas morreu no auge do sucesso, em 1996, três dias antes de completar 25 anos

5 mar 2025 - 11h09
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O cantor Dinho faria 54 anos
O cantor Dinho faria 54 anos
Foto: Reprodução/Globo / Caras Brasil

No dia 5 de março, o cantor Dinho, do Mamonas Assassinas, completaria 54 anos. O artista marcou como vocalista do grupo que misturava música com humor e morreu no auge do sucesso, em 1996, três dias antes de completar 25 anos. Relembre a trajetória do cantor, que chegou a ser animador de comícios antes de sucesso.

Rapaz de carisma

Alecsander Alves Leite, mais conhecido como Dinho, nasceu em 5 de março de 1971, na cidade de Irecê, na Bahia. Ainda bebê, mudou-se para Guarulhos com a família, onde cresceu e construiu sua história.

Desde pequeno, mostrava vocação para o entretenimento: o cantor participou de corais na igreja, foi eleito Garoto Verão de Guarulhos aos 17 anos e esteve em programas de auditório, como um concurso de dança no Programa Silvio Santos, do SBT, e o Perdidos na Noite, da Rede Bandeirantes.

Seu carisma e humor não passaram despercebidos e, antes do sucesso musical, chegou a atuar como office boy e animador de comícios, onde fazia humor com imitação de personalidades famosas, incluindo figuras como Maguila (1958-2024), Silvio Santos (1930-2024) e Lula (79).

Nos anos 90, Dinho se juntou à banda Utopia, que tocava covers de rock e tentava emplacar no cenário musical. O grupo enfrentou dificuldades e chegou a lançar um LP, mas as vendas não ultrapassaram cem cópias. A virada aconteceu quando decidiram abraçar a veia cômica, transformando-se nos Mamonas Assassinas.

Sucesso dos Mamonas

Com um som que misturava rock, humor escrachado e influências de diversos estilos musicais, os Mamonas Assassinas lançaram seu primeiro e único álbum em 1995. Produzido por Rick Bonadio (55), o disco vendeu mais de três milhões de cópias em poucos meses. Músicas como Pelados em Santos, Vira-Vira e Robocop Gay caíram no gosto do público e a banda se tornou um fenômeno nacional.

Dinho, como vocalista, cativava o público com sua energia incontrolável e talento nato para o humor. Sua performance irreverente e a capacidade de improviso nos palcos fizeram dele um dos artistas mais carismáticos do Brasil. O sucesso os levou a programas de TV, turnês lotadas e até ao sonho de uma carreira internacional.

Vidas interrompidas

A história dos Mamonas Assassinas foi interrompida de forma trágica. Em 2 de março de 1996, o avião que levava a banda de volta a Guarulhos colidiu com a Serra da Cantareira e ninguém sobreviveu. A morte foi três dias antes do aniversário de Dinho, que completaria 25 anos.

O impacto da tragédia foi imenso. O Brasil, que havia se rendido ao humor e talento dos Mamonas, se despediu de forma abrupta do grupo que havia transformado o mercado musical em menos de um ano. O legado, no entanto, permaneceu vivo: até hoje, suas músicas continuam populares, e sua história segue inspirando gerações de artistas.

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