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Copacabana Palace fecha, mas deixa Jorge Ben Jor seguir como morador

O cantor vivia discretamente em um dos quartos do Copa desde 2018; será a primeira vez, em 97 anos, que o hotel será interditado

9 abr 2020
19h46
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O Copacabana Palace vai fechar a partir dessa sexta (10), seguindo a orientação do Ministério da Saúde, assim como outros 60 hotéis do Rio de Janeiro, mas dois hóspedes permanecerão morando ali. Um deles é, por razões mais óbvias, a diretora geral do Grupo Belmond do Brasil, Andrea Natal. O outro, é o cantor Jorge Ben Jor.

Jorge vivia no Copa desde 2018 e ninguém sabia. Ou muito pouca gente, como tudo o que faz. Esta será a primeira vez que o hotel será interditado em 97 anos. Considerado um dos espaços de turismo mais luxuosos do País, o hotel tem diárias que custam até R$ 6.800 (em quartos de frente para o mar). Outras saem por R$ 5.650 (com vista para a cidade).

Inaugurado em 1923, o Copacabana Palace foi construído pelos empresários Octávio Guinle e Francisco Castro Silva. Eles atendiam um desejo do presidente Epitácio Pessoa (1919-1922), que queria um grande hotel de turismo na cidade que era a capital do País.

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Estadão
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