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A música de protesto totalmente inclusiva e totalmente americana de Low Cut Connie

No novo álbum "Livin' in the USA", o cantor e compositor Adam Weiner mostra como protestar e festejar ao mesmo tempo

3 jul 2026 - 19h43
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Adam Weiner sabe que você está com raiva. Então, quando o cantor e compositor da Filadélfia começou a escrever um novo álbum para o Low Cut Connie — tanto a banda que ele lidera quanto o nome artístico sob o qual se apresenta — ele buscou inspiração em um grande herói americano específico: Fred Rogers.

Adam Weiner em apresentação do Low Cut Connie
Adam Weiner em apresentação do Low Cut Connie
Foto: David A. Smith/Getty Images / Rolling Stone Brasil

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"O Sr. Rogers disse: 'O que você faz com a raiva que sente?' Lembra daquele discurso enquanto ele vestia o suéter?", conta Weiner ao podcast Nashville Now da Rolling Stone. "Todos nós sentimos raiva; precisamos usar essa raiva. Precisamos usá-la para nos motivar: ir às ruas, usar a sua voz, votar, conversar com a sua comunidade, organizar-se. Faça isso primeiro, e depois vamos nos divertir. Mas precisamos fazer as duas coisas."

Weiner canaliza essa energia para ativar e organizar Livin' in the USA, o oitavo álbum de estúdio do Low Cut Connie, lançado hoje, 3 — bem a tempo do Dia da Independência dos EUA. Composto por 10 músicas, o álbum abre com a melancólica faixa-título. É uma canção sobre se sentir alienado em seu próprio país, que Weiner escreveu em resposta aos ataques do governo atual contra seus cidadãos. "Livin' in the USA, but it ain't my home (ou, em tradução livre: "Vivendo nos EUA, mas não é meu lar"), ele canta.

Alguns em seu entorno o aconselharam a não performar a faixa.

"Na verdade, eu tinha alguém na minha equipe que eu dispensei porque essa pessoa me aconselhava a parar de cantar a música, dizendo que isso ia me causar problemas e arruinar minha carreira. Eu não necessariamente achava que essa pessoa estava errada, eu simplesmente não concordava com ela", diz

Weiner

. "Eu preciso me olhar no espelho todos os dias e me sentir bem com o que estou fazendo."

Embora

Livin' in the USA

possa ser baseado em um protesto, não é um disco deprimente.

Weiner

afirma que canções e álbuns clássicos, desde

Respect

 de Aretha Franklin até

Sign o' the Times

de Prince, mostraram como os artistas podem equilibrar o protesto com a festa.

"Quando você ouve as palavras 'música de protesto', pensa que vai ser algo deprimente, sombrio ou muito sério. Mas não. Pense em Sly and the Family Stone.

Sly

fazia música que era inspiradora, divertida e, ao mesmo tempo, crítica social", diz

Weiner

. "É isso que estou tentando fazer. Podemos resgatar a alegria e protestar simultaneamente."

Assista abaixo à entrevista completa de

Low Cut Connie

no podcast

Nashville Now

da

Rolling Stone

.

Baixe e assine o podcast semanal de música country da

Rolling Stone

,

Nashville Now

, apresentado pelo editor adjunto e chefe da seção de música country, Joseph Hudak, no Apple Podcasts ou Spotify (ou onde você costuma ouvir podcasts). Novos episódios são lançados todas as quartas-feiras e apresentam entrevistas com artistas e personalidades como Vince Gill, Lainey Wilson, Shaboozey, Hardy,

Charley Crockett

,

Tedeschi TrucksBand

, Kings of Leon,

Dan Auerbach

(do The Black Keys),

The Black Crowes

,

Carly Pearce

, Amy Grant, Luke Grimes,

Brandon Lake

, Breland, Bryan Andrews,

Noeline Hofmann

,

Adam Mac

,

Devon Gilfillian

, Gavin Adcock,

Amanda Shires

, Shooter Jennings, Margo Price,

Michaela Anne

,

Ink

, Ne-Yo, Jay Buchanan (do

Rival Sons

), Halestorm,

Dusty Slay

, Lukas Nelson, Ashley Monroe,

Ketch Secor

(do

Old Crow Medicine Show

),

Clever

,

Tyler White

(do reality show

Amor no Espectro EUA

), o especialista em

Willie Nelson John Spong

e os autores

Marissa R. Moss

,

Josh Crutchmer

,

Mark Gray

e

Jonathan Bernstein

.

+++ LEIA MAIS: BJ Barham continua perdendo. Ele ainda está tentando mudar o mundo
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