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'Monique Medeiros vive acuada, recebe campanhas de ódio. Nem vai à esquina', revela advogado; mãe de Henry Borel recebeu perdão judicial há 2 semanas

A mãe de Henry Borel vive reclusa e isolada após receber perdão judicial. Segundo seu advogado, ela é alvo de ódio e ameaças constantes, sentindo-se em uma 'segunda prisão'. Descubra os detalhes!

17 jun 2026 - 08h23
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'Monique Medeiros vive acuada, recebe campanhas de ódio. Nem vai à esquina', revela advogado 2 semanas após perdão judicial à mãe de Henry Borel.
'Monique Medeiros vive acuada, recebe campanhas de ódio. Nem vai à esquina', revela advogado 2 semanas após perdão judicial à mãe de Henry Borel.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil / Purepeople

Mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros "vive acuada" e é vítima de "campanhas de ódio", levando-a uma "segunda prisão", de acordo com seu advogado Hugo Novais. Há cerca de duas semanas, a professora recebeu perdão judicial após ser condenada por omissão em crime de tortura no julgamento pela morte do filho, em março de 2021

A decisão provocou reação imediata no pai de Henry, uma vez que a juíza concedeu o perdão a Monique ao apontar que a mãe da criança foi vítima de "misoginia". Seu então companheiro, o ex-vereador Jairinho recebeu pena de quase 44 anos de prisão e, durante o julgamento, pela primeira vez foi acusado pela ex-mulher.

A condenação foi festejada por outras ex-mulheres de Jairinho e que igualmente o acusaram de agressão - seja contra elas mesmas ou contra seus filhos.

'Monique Medeiros vive acuada. Não vai nem à esquina'

Em liberdade desde o dia 4, Monique teve seu momento atual revelado por seu advogado. "Qualquer tipo de limitação que uma pessoa tenha em virtude de uma ameaça acaba se tornando uma segunda prisão. É claro que isso não se compara ao cárcere, mas a Monique vive acuada. Ela recebe, de diversas formas, campanhas de ódio, e isso faz com que permaneça cada vez mais reservada", disse ao "Portal Leo Dias".

A reclusão doméstica hoje é uma constante na vida da professora, segundo a defesa. "Ela não sai. Não vai nem à esquina comprar um refrigerante. A vida dela hoje é extremamente restrita por conta das ameaças que continua recebendo", acrescentou Hugo...

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