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Gilsons lançam segundo álbum 'Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão'

Trio apresenta Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão com participações de peso e turnê mundial confirmada

3 mar 2026 - 14h51
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José Gil, João Gil e Francisco Gil, os Gilsons apresentam nesta sexta-feira seu segundo álbum de estúdio, marcando uma nova fase tanto na trajetória artística quanto pessoal do trio. Eu Vejo Luz Em Maior Proporção Do Que Eu Vejo A Escuridão (2026) reúne 10 faixas inéditas e traz pela primeira vez na discografia do grupo a presença de colaborações, incluindo nomes como Arnaldo Antunes, a família Veloso (Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso), Narcizinho do Olodum, Julia Mestre e a multi-instrumentista gambiana Sona Jobarteh. O título extenso funciona como mantra e surgiu durante a composição de "Visão", música de abertura que estabelece o tom do projeto: um olhar que reconhece a dor, mas escolhe enxergar a luz.

Foto: Marina Zabeni / Rolling Stone Brasil

Segundo o grupo, o processo criativo foi atravessado por um período particularmente delicado, marcado por luto familiar, turnês intensas e a necessidade de fortalecer ainda mais os laços entre os irmãos. Além disso, a música se tornou uma "fagulha" para seguir em frente, transformando o disco em espaço de elaboração e cura. "Criar esse álbum foi como atravessar tudo o que a gente viveu e, ainda assim, continuar", resumem os artistas. Esse otimismo denso, que não ignora a escuridão mas opta pela esperança, permeia toda a obra e se reflete tanto nas letras quanto nos arranjos.

Musicalmente, o álbum apresenta uma dualidade complementar que aponta amadurecimento. De um lado, canções que abraçam a identidade já reconhecida dos Gilsons, com violões, harmonias solares e raízes profundas na MPB. De outro, faixas que exploram novos territórios sonoros, incorporando texturas eletrônicas sutis, batidas e camadas rítmicas mais experimentais. José Gil, que assina a produção musical do disco, explica a intenção: dar um passo à frente sem perder a gênese do grupo, apostando no toque humano e nas gravações orgânicas de estúdio, mas expandindo o universo rítmico e incorporando elementos contemporâneos.

As colaborações chegam com peso simbólico. Diferente do álbum de estreia Pra Gente Acordar (2022), em que optaram por não ter participações para consolidar a identidade do trio, agora os irmãos se permitiram abrir espaço para encontros geracionais. "Bem Me Quer", parceria com Narcizinho do Olodum que havia participado de "Várias Queixas", funciona como agradecimento e reconexão com as próprias raízes. Já "Minha Flor", com composição de Arnaldo Antunes e participações dos Velosos, representa uma realização especial. "É uma sonoridade diferente de tudo que a gente vem fazendo e que traz um pouco da sensibilidade das canções, da escrita, dos assuntos", destaca Francisco Gil.

Para celebrar o lançamento, os Gilsons embarcam em 2026 na turnê mundial Eu Vejo Luz (2026), com mais de 30 shows confirmados. A rota passa por cidades brasileiras como Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte, além de datas na América do Sul, Europa, Austrália, Nova Zelândia e Portugal. No palco, o trio promete apresentar o novo repertório ao lado dos sucessos que marcaram sua trajetória, traduzindo ao vivo o espírito do álbum: encontro, movimento e a escolha de enxergar a luz acima de qualquer dualidade. "Tem músicas que nascem pra curar quem faz e quem escuta. Esse disco veio deste lugar. Um lugar de cuidado, de família e de continuar acreditando na vida", finalizam.

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