Veja como vivem hoje os familiares dos 'Mamonas Assassinas', a banda que marcou o Brasil
"Mamonas Assassinas" seguem vivos na memória de familiares e fãs
Hoje completa 30 anos do acidente aéreo que tirou a vida de Dinho, Bento, Samuel, Júlio e Sérgio, interrompendo no auge a trajetória meteórica dos Mamonas Assassinas e deixando o Brasil em luto. Três décadas depois, familiares seguem preservando a memória do grupo enquanto lidam com novas emoções. Na última segunda-feira, durante a exumação dos restos mortais para cremação, etapa necessária para a criação de um memorial em homenagem à banda, um detalhe surpreendeu a todos: uma jaqueta colocada no túmulo de Dinho foi encontrada praticamente intacta. Segundo Jorge Santana, primo do vocalista e CEO da marca Mamonas, a peça permanecia na gaveta desde o enterro. A informação foi divulgada pelo Extra.
O pai de Dinho, Hildebrando Alves, hoje com 78 anos, vive em Guarulhos com a esposa, Célia. Durante anos, manteve no sítio "Chácara dos Mamonas", em Itaquaquecetuba, um acervo dedicado ao grupo. O espaço, comprado por Dinho em 1995, foi vendido em 2019. "Não é por dinheiro. Não temos tempo para cuidar. Além disso, o local deixou de ser uma área de sítios e chácaras, e muitos prédios foram construídos ao redor", afirmou, como relembrou o Extra.
Grace Kellen, irmã de Dinho, tinha 16 anos e estava grávida quando tudo aconteceu. Hoje é mãe de dois filhos e segue ativa na preservação da história da banda. A primogênita, Alecssandra, recebeu o nome em homenagem ao tio.
Outros familiares também mantêm vivo o legado, como Seu Ito, pai de Samuel e Sérgio, e Paula Rasec, irmã de Júlio, que compartilha lembranças nas redes sociais. Enquanto isso, Beto Hinoto, sobrinho de Bento, segue carreira artística celebrando o repertório do grupo.
Como o legado dos Mamonas Assassinas segue vivo após 30 anos?
A história da banda continua sendo celebrada em produções como o documentário "Mamonas, eu te ai love iú", que estreia nesta semana na TV Globo, revisitando a trajetória dos cinco jovens de Guarulhos que conquistaram o país. Conforme destacou o Extra, familiares participam ativamente de tributos, gravações e eventos que marcam as três décadas da tragédia. Seu Ito, por exemplo, tem comparecido a homenagens e chegou a interpretar "Minha camisa vermelha", versão inspirada em "Pelados em Santos", reforçando o vínculo afetivo com a obra dos filhos. Já Beto Hinoto integrou uma nova formação do grupo e interpretou o tio no cinema, aproximando uma nova geração desse fenômeno dos anos 1990. Entre memórias preservadas, amizades mantidas como a de Paula Rasec e Grace Kellen e projetos que resgatam a irreverência do quinteto, o legado dos Mamonas segue pulsando, mostrando que a história interrompida em 1996 permanece viva no coração dos fãs e familiares.
Confira:
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