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Richarlison aponta Flávio Bolsonaro em polêmica sobre ilha: 'Tomaram'

Jogador de futebol, Richarlison disse ter gastado R$ 10 milhões em ilha que teria sido tomada por Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz.; entenda

17 out 2026 - 13h47
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Resumo
O atacante Richarlison cobrou apuração da Polícia Federal sobre a perda da posse de uma mansão de R$ 10 milhões em Angra dos Reis. O jogador acusou o senador Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz de terem se apossado do imóvel sem custos após ele recusar uma proposta do parlamentar. A disputa judicial opõe a empresa ligada ao atleta à WT Administração, de Tomaz. Embora Flávio tenha sido citado no caso como testemunha, ele não figura formalmente como réu ou autor na ação movida pela posse.

O atacante Richarlison, do Tottenham, soltou o verbo e cobrou investigações da Polícia Federal sobre a disputa por uma mansão de R$ 10 milhões em Angra dos Reis. Em vídeo no Instagram, o jogador acusou o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro de envolvimento no caso, alegando ter perdido a posse da propriedade após recusar uma proposta do parlamentar.

Richarlison
Richarlison
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

O esportista mencionou também o advogado Willer Tomaz. "Flávio Bolsonaro e o tal do Willer Tomaz pegaram a posse lá da ilha. Os caras tomaram a ilha sem gastar um tostão. Gastei em torno de dez milhões lá e não recebi nada", disse o atleta.

E seguiu: "Peço ajuda à Polícia Federal. A gente está em busca de resposta. Estou em busca do meu dinheiro. Nem quero a ilha de volta". No vídeo, o jogador também apontou as falhas do Poder Judiciário: "A Justiça falhou. Pra gente foi uma coisa e pros caras foi outra".

Veja o vídeo

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Como o caso veio à tona?

A polêmica disputa veio à tona em setembro de 2022, revelada pelo portal Metrópoles. O litígio pela propriedade de R$ 10 milhões põe em lados opostos a Sport 70, companhia vinculada ao atleta e seu ex-agente, e a WT Administração, pertencente a Willer Tomaz, jurista próximo a Flávio Bolsonaro.

Apesar de o parlamentar ter sido citado no processo na condição de testemunha, ele não consta formalmente como réu ou autor na briga jurídica movida em tribunal.

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