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Ratinho recebe denúncia e é investigado por violência política contra a mulher

O apresentador Ratinho tem caso reaberto e vira réu por violência política contra a parlamentar Natália Bonavides

15 abr 2026 - 18h41
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Ratinho se envolveu em mais uma polêmica, dessa vez o apresentador recebeu uma denúncia do Ministério Público pelo suposto crime de "violência política contra a mulher". O famoso teria comentado sobre o projeto de lei da deputada federal Natália Bonavides e fez declarações na tentativa de "humilhar a parlamentar".

Ratinho
Ratinho
Foto: (Reprodução: SBT) / Contigo

Caso de violência

A declaração foi feita na Rádio Massa FM, em dezembro de 2021, e teria "utilizando-se de menções de menosprezo e discriminação à sua condição de mulher". Segundo o Estadão, a promotoria alega que a intenção do apresentador era "dificultar o desempenho do mandato eletivo" da parlamentar.

Segundo o Estadão e o portal Splash, no inquérito da Polícia Federal, o apresentador confirmou ter feito essas declarações. Mas justificou suas falas dizendo que essa seria sua maneira de gerar audiência.

A Promotoria também pontuou as expressões preconceituosas usadas por ele para se referir à deputada. "A gente tinha que eliminar esses loucos. Não dá para pegar uma metralhadora?", disse em tom de ameaça. E ainda finalizou dizendo: "Feia do capeta também, nossa senhora".

"Você não tem o que fazer, minha filha? Vá lavar roupa, costura a calça do teu marido, a cueca dele. Porque isso é uma imbecilidade querer mudar esse tipo de coisa [...], vem essa imbecil pra fazer esse tipo de coisa!", completou Carlos Massa, nome de batismo do apresentador Ratinho.

Detalhes do processo

O projeto da deputada tinha como intuito, alterar o Código Civil e substituindo as expressões ditas em cerimônias de casamentos civis por termos neutros. Com o objetivo de fazer com que esses casais homoafetivos se sintam incluídos.

O caso quase foi dado como encerrado em abril de 2023, mas foi reaberto após a parlamentar recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). No fim de 2024, o tribunal reavaliou o fim do processo por entender que grande parte das provas não teriam sido totalmente consideradas. O Ministério Público Federal (MPF) reviu o caso e afirmou que o fechamento foi precipitado, exigindo a troca do procurador responsável pelo caso.

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