Por que Fiuk, filho de Fábio Jr., virou réu na Justiça de SP? Motivo surpreende
Filho de Fábio Jr. é acusado pelo Ministério Público, recusa proposta e vai responder formalmente à ação; entenda o caso de Fiuk na Justiça
O nome do cantor, ator e ex-BBB Fiuk voltou a circular entre os assuntos mais comentados da web, mas o motivo desta vez não envolve palcos ou reality shows. Acontece que o artista passou a responder formalmente por uma acusação de perturbação do sossego perante a Justiça de São Paulo, em desdobramento de uma ação movida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP).
Conforme apurado pela coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, o imbróglio judicial teve origem em reclamações frequentes apresentadas por vizinhos do condomínio onde o famoso reside. Trata-se do enquadramento em contravenção penal, delito classificado pelo ordenamento jurídico brasileiro como de menor potencial ofensivo.
Vizinhos de fiuk prestam queixas
De acordo com o texto da denúncia formalizada pela promotora de Justiça Paula Augusta Mariano Marques, moradores relataram incômodo constante com ruídos emitidos da propriedade do rapaz. O filho de Fábio Jr. teria o hábito de ligar e acelerar veículos em alta rotação no interior de sua garagem durante a madrugada e em horários reservados ao descanso coletivo.
Vale lembrar que o herdeiro sertanejo é publicamente entusiasta de carros esportivos e praticante de drift, modalidade automobilística caracterizada por manobras e derrapagens controladas. Sendo assim, os episódios narrados pelas testemunhas teriam se repetido ao longo do período compreendido entre janeiro de 2025 e março de 2026, fator que motivou a intervenção direta do órgão ministerial.
Recusa de acordo e mudança de status no processo
Em meio à repercussão do litígio, as partes envolvidas chegaram a se reunir em uma audiência realizada no dia 30 de junho. Na ocasião, o MPSP ofereceu uma proposta de transação penal, mecanismo legal que visava encerrar o caso antecipadamente sem a necessidade de dar prosseguimento à ação judicial.
A oferta concedia ao artista a escolha entre cumprir prestação de serviços comunitários ou efetuar o pagamento de meio salário-mínimo a uma entidade de caridade. Contudo, Fiuk optou por rejeitar os termos propostos durante a sessão.
Diante do cenário de recusa, os trâmites tomaram um rumo mais severo na semana seguinte. No dia 7 de julho, o magistrado encarregado do caso aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público, convertendo o artista em réu na ação penal.
Desse modo, Fiuk enfrentará o andamento formal do processo, que seguirá seu rito ordinário até o julgamento. Cabe ressaltar que, até o momento, não existe uma sentença definitiva sobre o mérito das acusações.
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