'Pedimos que o descaso com Juliana acabe': família expõe dificuldade para trazer corpo da publicitária ao Brasil
Juliana Marins foi encontrada morta no último dia 24 após cair durante uma trilha em um vulcão na Indonésia.
A família de Juliana Marins usou o Instagram neste domingo (29) para reclamar de problemas para trazer o corpo da jovem ao Brasil. Na postagem, os parentes da publicitária, encontrada morta no último dia 24 após cair durante uma trilha em um vulcão na Indonésia, acusam a companhia aérea Emirates, em Bali, de descaso.
"Estamos tentando confirmar o voo que trará Juliana para o Brasil, para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Porém, a Emirates de Bali não quer confirmar o voo", acusa o post.
A família afirma que um voo foi cancelado por excesso de peso no bagageiro. "Já estava tudo certo com o voo, já estava confirmado, mas a Emirates em Bali não quer trazer minha irmã pra casa. Do nada o bagageiro do voo ficou 'lotado'", diz o relato.
Para os familiares, Juliana é vítima de mais um descaso. "É descaso do início ao fim. Precisamos da confirmação do voo da Juliana urgente. Precisamos que a Emirates se mexa e traga Juliana para casa", concluíram.
PREFEITURA DE NITERÓI ASSUMIU GASTOS DO TRANSLADO DO CORPO DE JULIANA MARINS
A Prefeitura de Niterói, cidade onde Juliana Marins nasceu, revelou que vai gastar R$ 55 mil para o translado do corpo da jovem ao Brasil. Segundo informações do G1, eles vão arcar com o custo total do processo de repatriação dos restos mortais.
Além do translado, a prefeitura anunciou uma homenagem à publicitária, que trabalhou na empresa de Preta Gil: a trilha e o mirante da Praia do Sossego vão ganhar o nome da moça apaixonada por desbravar a natureza.
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