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Marcado por tragédia, triplex de Marcos Matsunaga é vendido 'a preço de banana'

Apartamento de Elize Matsunaga e Marcos Matsunaga entra no mercado imobiliário por valor abaixo do mercado; veja

29 jul 2026 - 14h34
(atualizado às 14h37)
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Uma redução expressiva no preço virou a saída para tentar vender a famosa cobertura em que viveu Marcos e Elize Matsunaga. O local ficou marcado pela morte do empresário, ocorrida em maio de 2012. Avaliada em R$ 2,8 milhões, a propriedade fica na Vila Leopoldina, zona oeste paulistana. Atualmente, o imóvel passa por uma desvalorização de 30% em relação a residências semelhantes da região.

Divulgação
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Foto: Mais Novela

Conforme apurações do jornalista Ullisses Campbell, os donos enfrentam imensas barreiras para fechar negócio. A tentativa de venda já dura vários anos. O estigma deixado pela tragédia no local afasta grande parte dos interessados.

Estrutura impressionante e detalhes da arquitetura

O apartamento resulta da fusão de duas unidades na década de 1990. A residência ostenta mais de 300 metros quadrados distribuídos em quatro andares. Além disso, a infraestrutura conta com cinco suítes sofisticadas e salas amplas. O imóvel oferece adega climatizada, sauna seca, escritório e lareira. O espaço dispõe ainda de copa, bar, varandas panorâmicas, quatro vagas na garagem e dois depósitos.

Na época do crime, o local tinha até um quarto do pânico escondido atrás do armário. O cômodo contava com portas blindadas e refrigeração própria. Além disso, possuía uma linha telefônica exclusiva para emergências.

Vale lembrar que o endereço ficou marcado para sempre pelo trágico desfecho do herdeiro da Yoki. Na ocasião, Elize Matsunaga confessou o ato às autoridades policiais. A descoberta de infidelidades motivou o crime após investigações de um detetive particular.

Relembre os desdobramentos e as investigações

A Justiça fixou a pena em 19 anos, 11 meses e um dia de reclusão. O crime foi enquadrado como homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Os exames periciais indicaram disparos efetuados a curtíssima distância. Os laudos comprovaram que a vítima ainda apresentava sinais vitais durante o esquartejamento. Contudo, o falecimento ocorreu por asfixia decorrente da degola. A ocultação foi concluída em uma área de mata no município de Cotia.

Diante do cenário, a repercussão do caso se manteve viva no imaginário popular. A história ganhou até adaptações para o formato de série documental. Atualmente, após cumprir parte da pena em Tremembé, Elize Matsunaga conseguiu a progressão para o regime aberto. Ela tenta reconstruir a vida em liberdade condicional. Ao mesmo tempo, busca manter contato com a filha de 15 anos, que vive com os avós paternos.

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