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Machucada, vítima detalha terror ao levar 60 socos: 'Então você vai morrer'

Juliana Garcia, que levou mais de 60 socos de Igor Cabral, revela detalhes do dia em que o até então namorando tentou matá-la; confira!

4 ago 2025 - 09h43
(atualizado às 09h50)
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[ALERTA: o texto a seguir aborda assuntos relacionados a violência doméstica. Caso você esteja passando por uma situação do tipo ou conheça alguém que precise de ajuda, procure a Central de Atendimento à Mulher, disponível 24 horas pelo telefone 180, ou a Delegacia Especializada da Mulher (DDM) mais próxima]

Reprodução/Record
Reprodução/Record
Foto: Mais Novela

Juliana Garcia dos Santos, de 35 anos, decidiu tornar pública a violência que sofreu do então namorado, o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral. A agressão ocorreu no elevador do prédio onde ela morava, em Natal (RN), e foi registrada pelas câmeras de segurança. A vítima levou mais de 60 socos e precisou passar por uma cirurgia para reconstruir a face.

De acordo com Juliana, o ataque foi desencadeado por uma crise de ciúmes. "Ele pediu pra eu mandar mensagem para um amigo perguntando se ele ia lá no prédio encontrar com a gente e ele respondeu que sim. Ele pediu pra ver meu celular e mostrar as mensagens para outro amigo nosso e eu não deixei", contou ela em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record.

A situação escalou rapidamente. Após a recusa, Juliana relatou que Igor arremessou seu celular na piscina e passou a acusá-la de traição. "Ele já havia quebrado outros dois celulares meus, por ciúmes. Sempre me acusando de traição", lamentou ela.

Quando percebeu que Igor corria em direção ao elevador que levava ao seu apartamento, Juliana tomou a difícil decisão de segui-lo. A preocupação era que ele pudesse causar danos dentro de sua casa. Os dois chegaram praticamente ao mesmo tempo no andar dela, e foi aí que ele exigiu que ela deixasse o elevador. Juliana recusou. "Eu sabia que fora do elevador não tinha câmera", explicou.

Ela ainda tentou alertar o porteiro sobre o perigo: "Acenei para a câmera na esperança de que alguém percebesse que algo estava errado". No entanto, antes que pudesse receber ajuda, a agressão começou. "Ele disse: 'então você vai morrer' e começou a me bater", relatou Juliana, que tentou se proteger como pôde: "Meu propósito era me manter viva, me manter consciente na medida do possível. Porque se eu me entregasse, eu tenho certeza que eu não estaria aqui pra contar essa história".

Apesar da violência, ela conseguiu sair andando do elevador,  mas já sem plena consciência do que acontecia ao seu redor. "A imagem mais marcante desse momento é ele olhando pra porta e ajeitando o chinelo como se nada tivesse acontecido", desabafou. Com voz embargada, concluiu: "O que vem na minha mente é que eu resisti. Ele falhou no plano dele".

Agora, em processo de recuperação, Juliana compartilha as dificuldades emocionais que enfrenta ao se ver no espelho. "O pior está quando eu me olho no espelho e não consigo enxergar a mulher vaidosa que eu sou, minha vida que foi tirada. Meus olhos roxos simbolizam resistência e esse é só o começo da minha nova vida".

Após o crime, Igor foi preso. Duas vizinhas relataram que ele se aproximou delas e pediu que chamassem a polícia. Uma delas contou: "Ele veio em direção a mim e pediu para chamar a polícia. Eu perguntei porque ele tinha feito isso e ele disse: 'foi porque ela me traiu'". Naquele momento, Juliana estava aos prantos.

Um dos policiais que atendeu à ocorrência afirmou que o comportamento de Igor foi frio e calculado. "Ele botou as mãos pra trás pra ser algemado, dizendo que estava errado, que perdeu a cabeça. Muito frio o cara...", descreveu o agente.

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